Sexta-feira, 16 de Março de 2012

Marine Le Pen oficialmente candidata à presidência da França

A líder da Frente Nacional francesa, Marine Le Pen, logrou obter as 500 assinaturas de autarcas e de outros eleitos, indispensáveis para o reconhecimento oficial da sua candidatura.

Não obstante as manobras de bastidor orquestradas com o intuito de impedirem a dirigente nacionalista de se apresentar a sufrágio, a determinaçã e persistência dos seus apoiantes, foram fulcrais para ultrapassar este entrave decisivo.

O Partido Nacional Renovador, regozija-se por no próximo mês de Abril, os eleitores franceses poderem optar por uma candidata patriota, disposta a restaurar a soberania e identidade nacional do seu país.

Terça-feira, 13 de Março de 2012

AEMN reconhecida oficialmente pelo Parlamento Europeu

As instâncias comunitárias, atribuiram em Fevereiro deste ano, no decorrer da sessão plenária do Parlamento Europeu, o estatuto de partido político europeu à Aliança Europeia de Movimentos Nacionais(AEMN), liderada pelo eurodeputado Bruno Gollnisch, eleito pela Frente Nacional francesa.

Em virtude de ter logrado preencher os exigentes requisitos, mercê da preserverança dos seus promotores, sobretudo no que concerne à obtenção do apoio do número exigido de eleitos em vários países da União Europeia, o reconhecimento oficial , foi finalmente atribuído à formação europeia a que pertence o PNR.

O coroar de êxito dos esforços envidados pelos dirigentes nacionalistas, irritou visivelmente mundialistas empedernidos, em particular, o deputado socialista britânico de origem indiana Claude Moraes, que de imediato, apelou ao boicote à AEMN.

Fundada em Budapeste em Outubro de 2009, a aliança reune para além do PNR, a Frente Nacional francesa, o partido húngaro Jobbik, o Partido Nacional Britânico (BNP) entre outras formações de cunho nacionalista, a maioria, com assento no hemiciclo de Estrasburgo ou representação nacional.

O reconhecimento a nível oficial, permitirá dotar a AEMN de meios indispensáveis para consecução dos objectivos estabelecidos aquando da sua criação, nomeadamente, a defesa das identidades nacionais sem olvidar, a difusão dos valores patrióticos à esfera europeia.

Segunda-feira, 12 de Março de 2012

Apontamento semanal do PNR | 10 de Março

> JUSTIÇA < > Caso Freeport. Após a “investigação” que terminou com a acusação do Ministério Público a dois dos sete arguidos, o julgamento começou esta semana no Tribunal do Barreiro. Charles Smith e Manuel Pedro estão assim acusados de tentativa de extorsão e, por outro lado, o Ministério Público determinou o arquivamento dos indícios de corrupção (activa e passiva), tráfico de influências, branqueamento de capitais e financiamento ilegal de partidos políticos que existiam relativamente a vários arguidos.

Este processo, que se arrasta há oito anos, envolto numa nuvem opaca de particularidades e jogadas que tresandam a trafulhice e favores, é mais um caso de mega processos em Portugal, que invariavelmente envolvem pessoas poderosas e mediáticas, acabando por dar em nada. No fim, após tudo espremido, apenas um ou outro elo mais fraco paga as favas para se fazer de conta que a justiça age… É triste, verificar-se constantemente, que a Justiça, uma das mais nobres e fundamentais funções do Estado, se encontra manietada pelo poder político e tráfico de influências, literalmente ao serviço dos mais fortes e mais ricos, mantendo-os sempre acima da lei e procurando abafar os seus crimes pérfidos.

O PNR defende uma “Operação Mãos limpas” que dê caça aos corruptos, desde logo, a começar pela própria Justiça.

O PNR condena toda a criminalidade, seja de que tipo for e venha de onde vier.

Por contraste, não podemos deixar de referir o escândalo que configura a caça financeira aos pequenos partidos, sem meios, através de coimas inconcebíveis que os asfixia e, no limite, leva-os à inviabilidade, quando não têm qualquer subvenção estatal e apenas movimentam parcos milhares de euros nos seus orçamentos. Mas, por outro lado, relativamente aos partidos grandes, muito ricos e subvencionados pelo Estado, deixam-se passar crimes de financiamentos ilegais e que movimentam geralmente centenas de milhares de euros. Basta recordar o caso dos Sobreiros ou do “Jacinto Leite”, ou ainda da campanha que envolveu agência Novo Design. Isto apenas para referir alguns casos que afectam os três partidos dos governos das últimas décadas, onde abundam os criminosos.


> ERÁRIO PÚBLICO < > O preço da incompetência e corrupção. O custo unitário estimado, de cada obra do Parque Escolar, aumentou mais de 400% desde 2007, chegando hoje a 15,45 milhões de euros, de acordo com o Ministro da Educação e Ciência.

> As eternas negociatas. Empresa da Mota-Engil ficou com 4,4 milhões de euros das portagens de Agosto na “ponte 25 de Abril” (Ponte Salazar), mas o Governo, ainda assim, pagou compensação por isenção de portagens.

Estas situações são apenas mais algumas, entre milhares, de negócios ruinosos para o Estado, envoltos numa cortina nebulosa onde falta a transparência e sobra o meter ao bolso. É incrível como o Estado que exige rigor aos contribuintes, extorquindo-lhes o dinheiro de toda a forma e feitio, esbanja de modo vergonhoso o erário público, sem qualquer respeito nem rigor. O exemplo deveria vir de cima e o Estado deveria ser uma Pessoa de Bem, mas já nos habituámos a ver tudo de pernas para o ar. Este é só mais um exemplo disso.

> JUSTIÇA SOCIAL < > Mais de 100.000 pessoas com salário penhorado. A lei permite penhorar até um terço do ordenado e, em média, os processos resolvem-se em dois anos. No entanto, são muitas as histórias de quem nunca consegue voltar a ter as contas em ordem: Há financiamentos que cobram juros elevadíssimos, na ordem dos 20 ou 30 por cento e, por vezes a penhora do vencimento não cobre sequer os juros mensais, o que faz com que o executado ande toda a vida a pagar sem nunca conseguir cobrir o valor na totalidade.

Pior do que se conseguir ou não resolver a situação, são as situações verdadeiramente dramáticas criadas por este Estado, altamente competente em extorquir dinheiro às pessoas, atirando-as para a pobreza indigna e para o desespero, a fim de arrecadar verbas que permitam todos os esbanjamentos da corrupção, incompetência e caprichos dos privilégios. Além do mais, a cobrança de juros usurários, por parte do sistema bancário mundial gera verdadeiras dívidas vitalícias e miséria, cavando mais o fosso entre ricos e pobres.

> SEGURANÇA < > Agentes mortos e agredidos. Nos últimos 20 anos, 30 agentes da PSP morreram em serviço e, em média, por dia, três polícias são alvo de agressões.

> Polícia sem meios. Todas as viaturas avariadas até meados de Março continuarão a ser encostadas às esquadras, uma vez que a PSP aguarda que o orçamento para este ano – 695 milhões de euros – esteja disponível. Algumas delas estão impossibilitadas de circular há mais de um mês, por falta de combustível ou à espera de peças novas para arranjo. São ao todo 778 viaturas avariadas, de uma frota de 5000 veículos.

Continua a vergonha no (mau) tratamento das forças de segurança. Não basta os agentes da PSP terem ordenados miseráveis, atirando-os para a necessidade de fazerem serviço gratificado nas horas livres para compor o orçamento. Sem falar em instalações com condições degradantes, e onde às vezes até o simples papel falta. Os agentes continuam a ser saco de pancada de toda a gente. Ser polícia é hoje muito complicado, pois além das más condições profissionais, ao verem reduzida ou suprimida a sua autoridade e capacidade de agir, estes profissionais são agredidos física e psicologicamente pela população.

Entretanto, e por outro lado, vem a público que perto de 15% das viaturas da PSP estão paradas por falta de condições.
Sobre o assunto, ficam as nossas sugestões:
- As viaturas, na sua grande maioria, são reparadas em oficinas normais, por ajuste directo e não nas oficinas da PSP. Tal situação deveria ser invertida.
- Devia-se optar por comprar viaturas de um só modelo, em grandes lotes para servir todas forças de segurança e ministérios. Desse modo, podia tentar-se o seu fabrico em Portugal sob licença do fabricante, e, com isso, gerar emprego e vitalidade para a economia. Ou, no mínimo, a compra em grandes lotes iria beneficiar o preço de compra e os custos de manutenção.
- O Estado, ao contrário do que se verifica em diversos países, deixa apodrecer viaturas de alta cilindrada, geralmente em excelentes condições, apreendidas no âmbito de processos criminais. Porque não, dar-lhes uso ao serviço das forças de segurança? (PNR)

Quarta-feira, 7 de Março de 2012

Nova acção de rua em Lisboa | Contra os sacrifícios em vão

Ontem ao final da tarde, o PNR levou a cabo mais uma acção de propaganda, desta vez no Saldanha, em Lisboa.

O tema da acção prendeu-se com os abusos da austeridade cega que, ao cortarem a torto e a direito e atrofiarem literalmente a actividade económica, levaram o desemprego a índices nunca vistos, arrastando a nação para profundos sacrifícios que, bem sabemos, são em vão, já que coexistem com assimetrias sociais cada vez mais gritantes e em nada vão solucionar a nossa situação de bancarrota. Tal solução requer, desde logo, o afastamento e punição dos grandes responsáveis por este estado de coisas e também a definição de objectivos e estratégias bem diferentes das medidas a que nos sujeitam.

Deste modo, um pouco por diversos lugares, graças à militância generosa e decidida de muitos, o PNR tem vindo a aumentar a sua acção de rua, saindo em defesa de múltiplas causas que interpelam a sociedade.

Não podemos deixar de estranhar que no local, alguns polícias, expressamente presentes por causa desta actividade, tenham identificado um dos responsáveis do PNR e da acção de rua. Tal atitude – que aliás se verificou também em Torres Vedras há escassas semanas atrás – além de ilegal, parece tentar condicionar a liberdade política das pessoas.

No mesmo local, alguns activistas da Amnistia Internacional” (esquerdista e anti-polícia) faziam a sua campanha… Será que a Polícia também os identificou? Ou fê-lo apenas em relação ao PNR, partido este, que incansavelmente defende as forças da ordem?

Seja como for, é bom termos presente que “a liberdade de propaganda política, tenha ou não cariz eleitoral ou de apelo ao voto, vigora, pois, tanto durante a campanha como fora dela, residindo a diferença no grau de protecção do exercício das iniciativas de propaganda, que é maior, face à lei, no decurso da campanha eleitoral. Decorrendo do direito fundamental da liberdade de expressão e pensamento, o princípio constitucional da liberdade de acção e propaganda (cfr. art° 37º n° 1 e 113º n° 3 alíneas a) e b), da CRP)”.

O PNR está cada vez mais activo, nas campanhas de propaganda de rua, e assim continuará.

Do Presidente do PNR aos Nacionalistas | Março de 2012

Há certas dificuldades reais na vida dos partidos políticos pequenos que consomem demasiadas energias e tempo, mas que passam totalmente despercebidas ao comum dos portugueses, nomeadamente àqueles que os apoiam e neles depositam as suas esperanças. São as questões financeiras e burocráticas, terrivelmente desgastantes e sem qualquer tipo de visibilidade, mas essenciais para a própria existência de um partido político.

Estabelecendo um paralelo com a situação do país, que exige sacrifícios aos mais desfavorecidos, esmagando-os sem dó nem piedade, também os partidos sem recursos são os mais esmagados pelos tentáculos do regime.

Em Portugal, fruto da mentalidade socialista e marxista que se impôs há décadas, o igualitarismo impera por todo o lado. E nada mais injusto e insensível que o igualitarismo, pois trata tudo e todos de igual modo, sem atender às diferentes naturezas entre pessoas, instituições, circunstâncias, etc.

Desse modo, é bom que se tenha clara consciência da realidade: os partidos do arco do poder, ou com mais de 50.000 votos, recebem subvenção estatal, ou seja, cada pessoa que neles vota, está a aumentar o apoio bem chorudo que o referido partido recebe anualmente dos impostos de todos nós.

Fora esses, todos os cerca de 10 partidos políticos, considerados menores, não recebem apoio algum: zero! É um critério. Justo ou não, isso nem está em causa. Aquilo que é profundamente injusto é que haja esta distinção “pelo lado do dar” aos partidos por parte do Estado, mas depois sejam tratados de igual forma “pelo lado do receber”, na hora de lhes cobrar coimas.

Assim, é bom de ver, que todos os partidos em Portugal, sem excepção, são alvo de coimas sobre as suas contas anuais e sobre as contas das campanhas eleitorais. Basta uma simples consulta aos Acórdãos do Tribunal Constitucional – entidade que tutela os partidos – para se verificar tal realidade. Mas afinal, será que todos os partidos falham sempre em todas essas situações? Ou será que a lei é cega, cheia de interpretações arbitrárias, impossível de cumprir e o crivo do Tribunal Constitucional, implacável?

A teia burocrática da apresentação de contas de um partido é tão absurda que poderia dizer-se ser semelhante à de uma empresa cotada em bolsa… Mas se os tais partidos do arco do poder, com funcionários, contabilistas, juristas e outros técnicos ao serviço da sua máquina, podem dar resposta eficaz – conceda-se -, a essas exigências absurdas, ainda se poderá compreender. Já os outros partidos, sem a tal máquina, não podem de modo algum responder a tais solicitações. Isso é tão absurdo como exigir-se a uma criança do 1º Ciclo que resolva testes de Secundário e depois ela seja avaliada nessa base… Um absurdo!

Ainda mais gritante que tudo isso, já de si revelador de tratamento injusto, é o facto de os partidos não subvencionados estarem sujeitos a pagar coimas sem receberem qualquer tipo de subvenção! Então estes existem apenas para pagar? Aos que recebem dinheiro do erário público, é justo que se aplique coimas – caso haja motivos para tal e caso a lei seja susceptível de cumprimento – mas, cobrar coimas a quem nada recebe? Isso é gritante! Além do mais, a bitola da aplicação de coimas é igual para os partidos ricos e subvencionados e para aqueles que vivem exclusivamente das quotas de militantes, como é o caso do PNR. E estas coimas, muitas das vezes, ultrapassam largamente o próprio orçamento anual dos pequenos e pobres partidos. É simplesmente surrealista e revoltante!

Para fazer face à lei injusta, em 2009, criou-se uma plataforma de todos os partidos extra-parlamentares para reclamar a sua alteração. Esta proposta de alteração à Lei do Financiamento dos Partidos Políticos foi recebida e acolhida pelos grupos parlamentares do PS e PSD. Acabou por ser aprovada na Assembleia da República uma nova Lei, cujo documento, não sendo ainda totalmente justo e adequado, melhorava substancialmente a situação dos partidos não subvencionados, contemplando entre outras coisas, uma apresentação anual de contas muito aligeirada para aqueles com orçamento anual inferior a 30.000 Euros, e reduzindo substancialmente as coimas aplicadas, a uma escala mais sensata. Não era a Lei ideal, mas era bem melhor.

Com este novo diploma, aliviava-se de modo claro o sufoco daqueles que vivem por “amor à camisola”. Mas ao chegar às mãos do Presidente da República – este mesmo que não teve coragem de vetar certas leis corrosivas para a sociedade – esta esbarrou nas dúvidas daquele que afirmou nunca as ter, e viu o carimbo do veto ser-lhe aposto. Entretanto, nesse ano de 2009, meteram-se sucessivamente três actos eleitorais, e a alteração a essa lei acabou por morrer.

Voltámos então à estaca zero da existência heróica dos partidos que pagam para existir. E o PNR, ao contrário de apenas vegetar, existe de facto, activamente e em permanente campanha, pelejando assim, heroicamente, contra todas as dificuldades que lhe são impostas quotidianamente.

Mas para piorar a situação já de si insustentável, este Regime, que nos impõe os sacrifícios ditados pela Troika usurária, para pagar altos juros e para manter os privilégios dos poderosos, não tem hesitado em ir a todos os bolsos: das famílias, das empresas, dos reformados, dos jovens e agora também daqueles que, gratuitamente, por generosidade e espírito de sacrifício, se entregam à intervenção política. Por isso, não contentes em extorquirem aos partidos o couro e o cabelo, indevidamente, agora, cumulativamente, estão a ir aos bolsos dos dirigentes, com coimas de milhares de Euros. E, desse modo, as penhoras já nos bateram à porta! Simplesmente revoltante!

Afinal, não é verdade que se reclama a participação política, a intervenção e a iniciativa? Será então aceitável que depois se penalize justamente aqueles que estão dispostos a dar a cara, a desinstalarem-se e abdicarem da sua legítima privacidade e comodidade? Será normal que tratem um dirigente de um Partido que não recebe um tostão do erário público como se fosse um ladrão ou um delinquente? Mas pagar porquê?

Pessoalmente, não estive nas negociatas do BPN, do Freeport, dos Sobreiros ou dos Submarinos, nem participei em qualquer forma de corrupção ou crime de colarinho branco! Nem a Secretária-Geral do partido! Esses actos, bem o sabemos quem os pratica, e que são justamente os que ficam impunes e continuam alegremente a sugar a Nação até ao tutano!

É indigno que se inviabilizem partidos políticos por via de um garrote financeiro profundamente injusto!

É indigno que se entre na casa de quem os dirige para nomear bens a serem penhorados – leia-se: escandalosamente roubados! -, pelo “crime” de quererem intervir politicamente na sociedade! É indigno e revoltante!

Estes senhores do Regime perdoam dívidas incomensuráveis a clubes de futebol e sustentam luxos e caprichos da classe política instalada, com a mesma frieza que roubam os bens dos dirigentes políticos de pequenos partidos e exigem coimas inacreditáveis a esses mesmos partidos: apenas por existirem!

Tenham vergonha!

José Pinto-Coelho 6 de Março de 2012 (PNR)

Segunda-feira, 5 de Março de 2012

Activismo do PNR em Faro

No dia 3 de Março de 2012, o PNR realizou um encontro em Faro, com militantes e simpatizantes deste distrito, que é um dos mais fortes em termos eleitorais para o PNR.

Sabendo-se que a nossa mensagem não passa, já que, não obstante o envio de comunicados semanais à imprensa, com tomadas de posição e com a informação das nossas actividades, esta faz tábua rasa de tudo, é fundamental assim, reforçarmos a acção directa de propaganda nas ruas.

O encontro visou, desse modo, lançar as bases necessárias para um trabalho mais consistente e constante nesta região, tal como já se tem verificado em outras do país, delineando-se as estratégias necessárias para um trabalho constante e concertado.

Assim, um almoço convívio precedeu uma sessão de esclarecimento e trabalho, na qual estiveram presentes membros da Comissão Política Nacional e nacionalistas – apoiantes ou militantes – de vários pontos do Sotavento e Barlavento Algarvio.

Seguidamente, além de ter havido uma banca na zona da marina de Faro, alguns grupos de simpatizantes deslocaram-se nas ruas do centro da cidade, distribuindo e colando propaganda, estabelecendo também o contacto directo com a população.(PNR)

Domingo, 4 de Março de 2012

5 de Março | Saldanha

Realiza-se amanhã, segunda-feira, dia 5 de Março, uma acção de rua em Lisboa.

No Saldanha, em frente ao “Átrium Saldanha”, pelas 18:00 horas, dá-se início a uma distribuição de propaganda ”Contra o desemprego, contra a austeridade e os sacrifícios em vão: pela produção nacional”. (PNR)

Terça-feira, 28 de Fevereiro de 2012

Apontamento semanal do PNR | 28 de Fevereiro

> Criminalidade crescente. Seis indivíduos encapuzados assaltaram de madrugada duas lojas do Centro Comercial Fonte Nova, em Lisboa, na zona de Benfica, tendo usado martelos e machados, disse a fonte, que não deu outros pormenores.

Infelizmente, uma notícia como esta, que há alguns anos atrás teria algum relevo, hoje em dia é o quotidiano em Portugal. De facto as pessoas vão-se “habituando” a este estado de coisas desde que não lhes toque em azar serem as vítimas da criminalidade.

Seja como for, é por demais evidente que a criminalidade em Portugal não tem parado de crescer nas últimas décadas e, pior ainda, com contornos de violência crescente e de crime organizado. E nunca se poderá aceitar o argumento de que a crise provoca o aumento da criminalidade, já que quem rouba em desespero, por fome, não pratica este tipo de crime… A verdade é que ela se deve essencialmente à imigração descontrolada e à ausência de controlo fronteiriço, aos gangues étnicos, às máfias, à impunidade (inclusivamente dos crimes de colarinho branco, que demonstra a falta de exemplo dos poderosos), bem como à falta de eficácia do nosso sistema judiciário e às péssimas condições de trabalho dos polícias.

Só o PNR tem tido coragem para denunciar as verdadeiras causas do crime e para apontar as suas verdadeiras soluções.

> Alcaide de Olivença ofende Portugal. Está prevista para Junho, uma peça teatral sobre a história daquele município e a sua conquista pelos espanhóis em 1801. Naquela representação consta uma referência ao episódio conhecido pela “Guerra das Laranjas” que assinala a anexação de Olivença por parte de Espanha, facto que nunca foi reconhecido pelo Direito Internacional.

Olivença constitui uma ferida na diplomacia entre os dois países ibéricos, já que se trata de um território português, literalmente roubado pelos espanhóis, logo no início do século XIX. É um caso por resolver e que se, até hoje, nunca houve coragem para o enfrentar, que haja ao menos o decoro de não se mexer na ferida nem fazer chacota. Afinal, com que moralidade podem os espanhóis queixar-se do rochedo de Gibraltar estar ocupado pelos britânicos, se eles mesmos, há 200 anos, ocupam solo português? Já era tempo de darem o exemplo e começarem por devolver o que roubaram.

> Mais uma RENúncia do Estado Português… Os chineses da State Grid e os árabes da Oman Oil Company formalizaram a aquisição de 40% da REN, por 592 milhões de euros, tendo os primeiros adquirido uma participação de 25% da gestora das redes energéticas e os segundos, 15%. Após esta fase de privatização, o Estado fica ainda na posse de 11,1% dos títulos da REN, que o Governo pretende dispersar em bolsa quando as condições de mercado melhorarem.

Por uns míseros 590 milhões de euros, o Estado Português vendeu a sua Rede Eléctrica Nacional ao Estado Chinês e aos sheikes Arábes. Portugal, a partir deste momento, ficou privado de mais um pouco da sua autonomia energética e da sua soberania. E enganam-se aqueles que pensam que, com a privatização, a electricidade vai ficar mais barata, já que os portugueses vão sentir nos bolsos um aumento brutal nos próximos anos! Mais uma vez, voltamos a acusar este de governo da mais descarada prostituição, ao vender a privados e a potências estrangeiras aquilo que, em circunstância alguma, deveria sair do controlo do Estado e que são os sectores vitais para a nossa soberania e economia. Mais uma vergonhosa traição a reclamar por justiça!

> Diferendo entre o Ministro da Defesa e altas patentes militares. Aguiar Branco, defende que as Forças Armadas não são sustentáveis e necessitam de reformas estruturais com um mergulho na “verdade das coisas” e na “realidade do país”. Tais afirmações, mereceram reparos do ex-chefe do Estado-Maior da Armada, Melo Gomes, e do ex-vice-chefe do Estado-Maior do Exército, Garcia Leandro, que o advertiram para o risco de se colocar em causa o carácter da instituição militar – pilar do Estado – e que não podem estar constantemente em reestruturação e sujeitas a que se abatam as suas estruturas.

O PNR, naturalmente, está em perfeita sintonia com o sentimento dos militares e condena a tentação, por parte do Governo, de uma gestão liberal-economicista das Forças Armadas. Quando será que os governantes perceberão que a soberania está acima da economia e que justamente é, em última análise, o seu garante? Que as forças armadas e as forças de segurança não se podem reduzir a uma perspectiva meramente economicista? Está mais que visto que as reformas desejadas pelo Governo, em matéria de Forças Armadas, se resumem aos seus habituais cortes sobre uma instituição já por si reduzida a uma expressão quase insignificante e que, pelo contrário, deve ser estimulada, promovida e alavancada, até mesmo para promover emprego e a vitalidade na economia nacional. As Forças Armadas e as Forças de Segurança, como pilares fundamentais do Estado, serão sempre defendidas pelo PNR, bem ao contrário das mentalidades reinantes que, por este caminho, qualquer dia ainda as vendem a chineses ou angolanos…

> Ora Tobis! E é mais uma empresa Portuguesa para a qual, depois de meses de incerteza, foi encontrada a “solução” habitual: A produtora cinematográfica foi vendida a uma empresa estrangeira de capitais sobretudo angolanos. O Instituto do Cinema e Audiovisual garante que o negócio permite salvaguardar o maior número de postos de trabalho, manter o património fílmico e os imóveis da empresa.

Afinal, porque será que há quem compre as nossas empresas? Se há compradores, estes acreditam nas suas potencialidades… E porque será que os dirigentes dos destinos nacionais permitem a venda sumária de todas as nossas empresas e sectores vitais? É porque as soluções imediatistas que permitem encher alguns bolsos são mais risonhas do que encetar caminhos de coragem que corrijam anos de roubo e de corrupção e que justifiquem efectivamente os sacrifícios a que somos obrigados.

Não se compreende a passividade dos portugueses perante a venda ao desbarato, literalmente, de Portugal.

> O monstro da dívida não pára de aumentar. Quase um quarto dos 40 mil milhões que a troika já emprestou a Portugal será para pagar juros desse mesmo empréstimo. Só em Janeiro, o saldo da dívida directa do Estado engordou 3,4% face a Dezembro. Este agravamento de 5.865 milhões de euros colocou o ‘stock’ da dívida nos 180.756 milhões de euros, o equivalente a 105% do PIB ou 17.124 euros por português.

A pergunta “ingénua” que nos ocorre fazer novamente, é apenas esta: como se pretende tirar Portugal da crise, se nem os juros da dívida poderemos pagar? Mas, afinal, não se percebe que justamente aqueles que nos trouxeram a este buraco, quer a nível interno, quer a nível externo, são os mesmos que agora pedem sacrifícios aos portugueses? E não se percebe, afinal, que são sacrifícios em vão?

As políticas mundialistas, seguidas fielmente pelos políticos de serviço em Portugal, estão a criar um emaranhado impossível de resolver e cada vez mais se aperta o nó. O Estado, deixando-se cair na teia do sistema do totalitarismo economicista-mundialista, ajoelha perante os “mercados”, de mão estendida, num rumo sem fim para o servilismo e miséria nacional. Será que isto não está claro? Será que ainda tarda muito para haver coragem de se romper radicalmente com este estado de coisas, deitar o sistema a baixo e enveredar-se por políticas nacionalistas?
(PNR)

Domingo, 26 de Fevereiro de 2012

Partido Nacional Renovador em Faro | 3 de Março

No dia 3 de Março, realiza-se um encontro em Faro, com a presença do Presidente do PNR, do responsável dos núcleos do Sul e de outros dirigentes.

O encontro inicia-se com um almoço de simpatizantes, seguido de uma breve sessão de esclarecimento. De tarde haverá uma banca de distribuição de propaganda no centro de Faro.

O distrito de Faro é um dos mais importantes, em peso eleitoral, para o PNR, pelo que se impõe a criação de condições para um trabalho mais constante na região. Assim, sendo este encontro uma ocasião privilegiada para se estabelecerem contactos e estreitarem laços, o PNR convoca os militantes e simpatizantes residentes no Algarve, a que compareçam em qualquer das três actividades – almoço, sessão de esclarecimento, banca – , ou em todas elas.

O ponto de encontro para o almoço, é às 12:30 horas, na Rua de Santo António (junto à loja Levi´s), em Faro.

A banca do PNR estará no final da Rua D. Francisco Gomes, perto da marina, entre as 16:00 e as 18: horas. A partir deste local serão feitas distribuições de propaganda em diversos pontos do centro da cidade.

Para inscrições para o almoço ou outras informações, pode-se contactar:

- Tel: 91 008 81 31
- geral@pnr.pt
- No facebook (PNR)

Quinta-feira, 23 de Fevereiro de 2012

Apontamento semanal do PNR | 20 de Fevereiro

> Presidente do Bundestag quer roubar anda mais soberania às nações europeias. Norbert Lammert esteve na Universidade Católica de Lisboa numa palestra sob o título “Europa: a crise e o futuro”, onde afirmou que o futuro da União Europeia passa por transferir mais soberania para as instituições europeias. O presidente do Bundestag sublinhou o “fascínio que a comunidade tem vista de fora, mais do que de dentro” e que “a Europa é a melhor invenção do século XX, apesar da televisão e da Internet”.

Chama-se a isto fuga para a frente. Os europeístas ferrenhos não só ignoram o descalabro do seu projecto federalista e o fracasso da moeda única como, além disso, ainda propõe que se aperte mais o nó cego em torno das soberanias nacionais. A “Europa” (leia-se: União Europeia) é a melhor invenção do século XX? É caso para dizer que “estes alemães são loucos”. Mas contra factos não há argumentos e, apesar de todos os esforços desesperados que prolongam a agonia patente da UE, está mais que visto que tudo se vai desmoronar, levantando muita poeira por via de aventureirismos anti-nacionais. A Grécia está por um fio. O resto virá por arrasto.

O PNR, tal como os seus congéneres europeus, sempre defendeu uma Europa Unida, de Nações soberanas, opondo-se veementemente a qualquer tentação federalista.

> Lobi gay e extrema-esquerda voltam à carga com o debate parlamentar sobre a adopção de crianças por casais homossexuais no próximo dia 24, por iniciativa do Bloco de Esquerda, que pretende ver eliminada a proibição de casais do mesmo sexo adoptarem crianças, como está previsto na lei actual.

Nada mais natural do que esta reivindicação, já que representa o fim da linha de uma sucessão de pequenos passos, sistematicamente denunciados pelo PNR. Recorde-se que o primeiro passo deste rumo antinatural imposto pelo lóbi gay, com o alto patrocínio da extrema-esquerda, teve início com a alteração do Artigo 13 de Constituição da República, proposto e aprovado pelos 5 partidos com assento parlamentar. Agora, depois de se terem escancarado todas as portas, torna-se claro que é apenas uma questão de tempo para que as crianças sejam sujeitas a uma adopção aberrante.

Todo este processo é profundamente anti-natural, e tem adoptado uma discriminação “positiva” acompanhada de uma criminalização inscrita no Código Penal, sob o epíteto de “homofobia”, a quem ouse contrariar tal rumo. Agora, chegados a este ponto, que argumentos irão apresentar aqueles que não concordam com tal reivindicação, mas aprovaram o “casamento” entre pessoas do mesmo sexo?

Para nós, é claro como água: nada temos contra as pessoas em si, nem temos que proibir nada ou impor-lhes condutas de vida, mas acima dos seus “direitos” estão os direitos da sociedade em defender a normalidade e, no caso presente, os direitos intocáveis das crianças. Não são estes “casais” estranhos que devem ter direitos, mas antes as crianças, que têm que ser protegidas contra o crime de serem adoptadas por essas pessoas. As crianças não têm que pagar por comportamentos desviantes e anti-naturais.

> Cavaco defende mais natalidade. O Presidente da República quer fazer ‘Nascer em Portugal’, o nome da conferência de sexta-feira, na cidadela de Cascais, que iniciou o ‘Roteiro para o Futuro’, um novo ciclo de roteiros presidenciais. Segundo dados de Belém, o número de mortes em território nacional ultrapassou o número de nascimentos em 2007, 2009 e 2010, uma situação inédita nos últimos 50 anos. Mais: Portugal é um dos países europeus onde o número médio de filhos por mulher é mais baixo, não chegando a 1,5.

Já se sabe que Portugal é o segundo país do mundo com menor índice de natalidade, sendo superado apenas pela Bósnia. A nossa natalidade é negativa! Portugal está a envelhecer e, por isso, a morrer. Mas o presidente da República, com fortes responsabilidades por este estado de coisas vem agora pretender mais natalidade? Até poderia pretender que não houvesse desemprego, nem corrupção, ou outra coisa qualquer… Mas de que servem essas pretensões se as políticas as contrariam a cada dia? Afinal, como se pode pedir mais filhos aos portugueses, se estes vivem angustiados com o dia de amanhã? De que adianta pedir-lhes mais filhos, se as políticas não incentivam tal objectivo?

Os portugueses não têm mais filhos por duas razões essenciais: falta de condições e mentalidade adversa a isso. Se não forem criadas sérias políticas natalistas e de apoio à família, que o PNR foi o primeiro partido a propor como prioritárias e já há vários anos, e se não se começarem a mudar mentalidades, bem se pode defender a natalidade em abstracto, que nada resolve. Insistimos em propor: incentivos monetários à natalidade em vez de subsídios a quem opta por abortar e implementação de uma rede de creches públicas do Estado realmente abrangente, aproveitando, por exemplo, os edifícios das numerosas antigas Escolas Primárias que têm vindo a fechar pelo País todo.

> Pessoas tratadas como mercadoria. Os funcionários públicos podem passar a ser obrigados a mudar de serviço ou de organismo, mesmo que isso implique irEM viver para qualquer outro concelho do país. A medida faz parte de um documento que o secretário de Estado da Administração Pública enviou na terça-feira aos sindicatos e que pretende estimular a mobilidade geográfica dos trabalhadores do Estado. A proposta, ainda muito genérica, começa agora a ser discutida e promete gerar polémica.

Para se obedecer à Troika vale tudo, servindo o memorando assinado como aval para se justificar todas as atrocidades. E afinal, onde entram os direitos fundamentais das pessoas, o bom senso e a humanidade no tratamento das questões laborais?

É óbvio que há muito para mudar e para reestruturar, mas isso não pode recair sempre sobre os mesmos (os mais desprotegidos) e atropelar direitos básicos ou a dignidade humana. Obrigar à “mobilidade” de uma pessoa por motivos economicistas, é o mesmo que dizer que o dinheiro é mais que a pessoa, que as suas raízes, a sua família e a sua estabilidade de vida são secundários face a interesses de eficácia duvidosa. Afinal, todos estes sacrifícios impostos são criminosos, já que, não tendo objectivo algum nem sendo justos, acabam por ser em vão.

> Visita de Cavaco cancelada. A visita do Presidente da República, Cavaco Silva, à escola António Arroio, em Lisboa, foi cancelada, sem ser divulgada a razão da decisão, disse fonte da PSP à agência Lusa. A visita foi cancelada cerca de meia hora depois da hora prevista para o seu início.

Em política, o que parece, é. E o que não se explica, parece. Ora o se o presidente da república não tem coragem para enfrentar um grupo de estudantes, não se entende como poderá voltar a sair à rua de ora avante. De um político espera-se exemplo e coragem, mas quer uma, quer outra virtude, parece não estar a ser usuais Por parte do inclino de Belém.

> Desemprego atinge máximos históricos em Portugal. No final de 2011, existiam 771 mil desempregados em Portugal, sendo que a taxa de desemprego subiu para 14% no quarto trimestre de 2011, um novo máximo histórico, traduzindo um aumento de 1,6 pontos percentuais face aos 12,4% registados no trimestre anterior. Foi a subida trimestral mais acentuada de que há memória, reflexo da recessão económica provocada pelas medidas de austeridade que estão a ser aplicadas no país, em troca de um resgate de 78 mil milhões de euros. O número avançado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE) saiu pior que o esperado pelos economistas.

A simples aritmética bastaria para demonstrar que Portugal não tem capacidade para pagar a dívida através de medidas de austeridade. O simples senso comum bastaria para se perceber que um país que não produz também não tem viabilidade. Uma simples noção de economia caseira daria para se perceber que não se pode consumir e gastar mais do que se produz e gera de riqueza. A simples lição grega daria para se ver o resultado catastrófico da receita da Troika, assinada pelo PS, PSD e CDS e a que PCP e BE se opõem de uma forma absolutamente irrealista e ultrapassada.

Mas nada disso parece penetrar os nossos “competentíssimos” políticos, economistas e governantes em gral. Ou então a sua competência está apenas ao serviço de interesses pessoais ou sectários. De uma forma ou de outra, eles não servem os interesses nacionais e é hora de os portugueses, de uma vez por todas, perceberem essa evidência. (PNR)

Segunda-feira, 20 de Fevereiro de 2012

25 Pontos do "Nacionalismo-Renovador" - PNR

1 – O Nacionalismo Renovador não é um fim, mas um princípio. Não é um ciclo que se fechou, mas algo que se iniciou, estando em aberto com o propósito de inovar o estilo, a mensagem e a imagem, em suma, para renovar o Nacionalismo. Haja coragem para percorrer esse caminho!

2 – Importa Renovar o conceito de Nacionalismo, adaptando-o às necessidades e realidades de hoje, sem nunca perder o ADN que nos caracteriza, sem nunca abdicar dos nossos Valores e Fundamentos, mas compreendendo, na complexidade do mundo actual, as soluções realistas que nos permitam ser, aos olhos da sociedade, a grande alternativa ao sistema vigente.

3 – O Nacionalismo Renovador é, por vocação e essência, portador de uma ideologia Nacionalista, Portuguesa e Actual.

4 – Temos vocação e desejo de vir a ser poder, para o que urge a capacidade, vontade e coragem de Renovar o combate e o estilo, a estratégia e a mensagem, a estética e a linguagem, de modo a que, com uma nova atitude, se enquadrem na nossa época e nas nossas circunstâncias.

5 – Somos Nacionalistas, e isso basta para nos definir. E somos Renovadores, enquadrando no espaço e no tempo, o sentido do nosso trabalho e à nossa luta.

6 – Estamos conscientes da justiça das nossas causas e sabemos que uma grande parte dos portugueses concorda com elas.

7 – Será sempre através de uma imagem positiva e limpa que ganharemos a confiança, apoio e simpatia dos Portugueses. Essa é a nossa postura e a nossa atitude perante a vida. Se temos causas justas, estas têm de ser veiculadas com uma imagem limpa e cativante.

8 – Compete-nos a missão de relançar o Nacionalismo com âncoras firmes na nossa Identidade, Cultura e História, mas adaptado aos tempos de hoje.

9 – O nosso ADN é Nacionalista, e as nossas referências históricas também o são! Não renegamos, por isso, nada daquilo que somos. Mas mal de nós se não soubermos destrinçar o essencial do acessório e não libertarmos os fundamentos que nos norteiam dos circunstancialismos temporais.

10 – Repudiamos o igualitarismo (se bem que não a igualdade de oportunidades) e a mentira que lhe está subjacente. Como tal, aplicamos este princípio a tudo. Por conseguinte, se não é justo nem sensato tratar-se de igual modo pessoas diferentes e situações diferentes.

11 – Os grandes males que afligem as Nações são o Mundialismo e o multiculturalismo, e apenas o Nacionalismo Renovador faz frente a estes gigantes, defendendo intransigentemente o nacionalismo no Portugal do século XXI.

12 – Não somos contra as pessoas, e como tal, não somos contra o imigrante individualmente, mas somos radicalmente contra a imigração invasora que põe em perigo a nossa identidade e cultura e configura um grave crime contra a Nação.

13 – Defender a Identidade e a Soberania da Nação, não implica defender o isolacionismo. Corresponde, isso sim, ao dever de defender e promover aquilo que é nosso, numa perspectiva de salvaguarda do direito de cada povo ao seu território e à sua identidade e do direito de cada pessoa a viver e a trabalhar na sua terra junto dos seus.

14 – Colocar Portugal e os Portugueses em primeiro lugar não representa xenofobia, mas antes um dever natural de fazer aquilo que, se não formos nós a fazer, ninguém mais fará por nós. Respeitamos todos os povos e culturas, mas Portugal não se pode comportar como uma mãe que não cuida dos seus filhos.

15 – No meio de todas as outras propostas político-partidárias do espectro político nacional, apenas o Nacionalismo Renovador apresenta uma verdadeira alternativa, com propostas coerentes e radicalmente diferentes daquelas que os outros defendem.

16 – Na defesa e fortalecimento dos nossos valores e causas – Nação, Identidade, Soberania, Família e Trabalho – defendemos o papel preponderante do Estado.

17 – Não queremos mais Estado ou menos Estado numa perspectiva presa aos preconceitos em voga, de pendor Liberal ou de pendor Socialista. No primeiro caso, a tendência é para um Estado quase espectador da lei da selva, usurária, imposta pela iniciativa privada e pela economia totalitária. No segundo caso, a tendência é para um Estado subsidiário, abrigo de toda a espécie de parasitas, castrador e igualitário.

18 – O nosso modelo é o de um Estado eficaz, cuja existência é imprescindível, mas sem gorduras nem peso inútil ou atrofiante. Não deve haver presença do Estado onde ela não seja realmente necessária. Deve haver lugar à iniciativa privada e respeito pela propriedade privada.

19 – O Estado é fundamental e tem de ser forte, mas naquilo que lhe compete estritamente: regular e fiscalizar a sociedade civil, garantir os serviços primários de autonomia e auto-sobrevivência, garantir o acesso à Educação e Saúde para todos, promover a Justiça Social e impedir toda a espécie de abusos ou de desigualdades gritantes.

20 – Ao Estado compete assegurar o controlo de todos os sectores vitais para o bem-estar da população e da economia e soberania nacionais, como sejam os transportes, comunicações, energias e recursos naturais, bem como, garantir a protecção do nosso património, nos seus bens históricos, móveis e imóveis, materiais e imateriais.

21 – Ao Estado compete garantir, sempre e em cada momento, a maior Independência Nacional possível e a mais ampla margem na escolha de aliados internacionais e de objectivos político-diplomáticos.

22 – Só o caminho do Estado Nacional e Social, preconizado pelo Nacionalismo Renovador, poderá recolocar Portugal no rumo certo e condenar todos os responsáveis pelo desastre nacional, obrigando-os a devolver tudo o que roubaram.

23 – Cabe ao Nacionalismo Renovador contribuir para a refundação de uma nova portugalidade, conduzindo Portugal do malogro ao milagre no mais curto prazo de tempo possível, e pugnar por um sistema simultaneamente tradicional e vanguardista, rejeitando passadismos inúteis e progressismos prejudiciais, sempre com os olhos postos na construção de um projecto político de raiz nacionalista, que nos devolva a faculdade de contemplar o corpo da Pátria em todos e em cada um dos Seus membros, passados, presentes e vindouros.

24 – Importa criar as condições de existência de um Portugal renovado e inovador, assente nos Seus quase nove séculos de vida, e que de novo imprima a Sua marca na História. Inventámos e inovámos muito ao longo da História; inventemos agora a navegação contra a crise dos valores e mentalidades que se enraizaram na nossa sociedade.

25 – Assentes nos pressupostos que constituem as nossas Causas e as nossas metas, lançamos o desafio e as bases para a criação de um Nacionalismo Renovador, que seja ouvido e acolhido pelos Portugueses. Por Portugal! Para o século XXI. (PNR)

Sexta-feira, 10 de Fevereiro de 2012

Do Presidente do PNR aos Nacionalistas | Fevereiro de 2012

Fernando Pessoa, quando solicitado, no final dos anos 20, para imaginar uma frase de propaganda para a Coca-Cola, criou uma expressão genial que se tem aplicado em inúmeras situações: “primeiro estranha-se, depois entranha-se”.

Tal ideia pode aplicar-se a tudo aquilo que não é indiferente ou inócuo, mas antes, que tem personalidade, singularidade e características incontornáveis. Tais situações ou factos podem, numa primeira abordagem, gerar dúvida, cepticismo ou descrença, mas a seu tempo revelam-se fecundas e interiorizam-se como que por osmose. Não há nada que, sendo ousado, marcante e de envergadura e coragem, passe despercebido e não gere alguma resistência e polémica.

Neste mesmo plano de ideias, podemos enquadrar o Nacionalismo-Renovador, já que consiste numa mudança de mentalidade, postura e imagem que poderá causar estranheza ou resistência em alguns, mas há-de entranhar-se na sociedade, que é justamente o que se deseja. Tal corresponde a um imperativo de expansão daquele que é inequivocamente o projecto Nacionalista de maior envergadura, durabilidade e credibilidade no pós 25 de Abril: o PNR!

Enquanto partido político, o PNR aspira naturalmente a vir a ser poder, não se podendo contentar com uma visão pequenina ou subterrânea. E se tal situação se tem verificado, não obstante o facto de o nosso partido ter vindo a crescer paulatinamente aos mais diversos níveis, ela deve-se naturalmente a factores externos, por demais dissecados e que tornam esta luta muito desigual, mas também a factores internos que invariavelmente têm minado a área Nacionalista ao longo de décadas. Não é um problema de agora, mas de sempre!

Estabelecendo um paralelo com o estado do país, relativamente ao qual, temos dito frequentemente que não se pode encontrar soluções, insistindo-se nas mesmas politicas erradas e lógicas viciadas, de igual modo, se queremos dar um passo em frente, um passo de coragem, que nos possa mais facilmente projectar para a sociedade, temos que encontrar soluções de fundo, ousadas e sensatas, que, naturalmente não se podem encontrar em lugares comuns, estafados e por demais chumbados de falsas e frágeis uniões, de treinos de bancada e iluminadas ideias próprias da falta de experiência ou de constância.

Temos um partido – o único partido Nacionalista em Portugal! – portador de um discurso único e corajoso, detentor de causas ímpares na nossa terra e, bem o sabemos, partilhado por muitos portugueses: cada vez mais! Mas a mensagem não lhes chega, nem tão pouco a própria existência do PNR.

Como se sabe, há poderosos factores externos que, pelo facto de virem dos nossos inimigos (reciprocamente sentidos como tal), armadilham o terreno da nossa legítima expressão. Mas não podemos ignorar também, os tais factores internos que em nada têm ajudado. E só os obstinados e curtos de vistas, persistem nos erros, nada aprendendo com eles.

Temos que corrigir erros e proceder a certos acertos para avançarmos e chegarmos longe! Mudar, não significa abdicar do Nacionalismo ou adoptar a postura caricata e pouco inteligível de uma espécie de “nacionalismo moderado”. Isso não! O nosso perfil não é comparável ao de uma certa figurinha invertebrada que um belo dia meteu o seu socialismo na gaveta… Pelo contrário, queremos levar o Nacionalismo bem longe e erguê-lo tão alto como o nosso sonho!

Estamos convictos da nossa razão e de que o Nacionalismo é a única alternativa para Portugal e, aliás, para qualquer nação, enquanto defensor de cada identidade e soberania, em oposição ao totalitarismo mundialista.

Mas temos que mudar algo, corajosamente, que, sem pôr em risco ou perigo o ADN do PNR nem fazer concessões nas suas causas, permita eliminar os factores que impedem o seu crescimento e que esteja ao nosso alcance modificá-los.

Nisto consiste o Nacionalismo Renovador: pautando-se por uma matriz de Actualidade e Portugalidade, visa libertar-se de tudo o que o possa enlear, justamente para o fazer emergir da zona de penumbra em que se encontra.

Se temos a razão do nosso lado, bem como a potencial adesão das pessoas às nossas causas, não podemos perder esta oportunidade por via de uma imagem e de uma linguagem que não só não cativem as pessoas, como possam mesmo ser factor de repulsa e afastamento. A culpa é externa? Sim, sem dúvida! Mas também há culpas internas, e nunca até hoje houve discernimento, coragem ou oportunidade de se mudar algo. Ou melhor: hoje, isso já está em curso, e intui-se já os bons frutos desse passo de coragem.

De que nos vale ter ideias boas se elas não chegam às pessoas? De que nos vale ter e ser a alternativa se lhes mostramos saudosismo e anacronismo? É a hora de acabar com essa insensatez. É a hora de se acabar com eternas divergências onde Nacionalistas se reclamam de tal ou tal tendência quando, mais a mais, todas elas estão desadaptadas ao tempo e ao espaço.

Chega! Há que inovar para se renovar o Nacionalismo e torná-lo realmente Português, Actual e eficaz. Há que levar estas justíssimas causas aos portugueses sem os repelir, pois temos toda a razão. Há que lhes apresentar as causas de cara limpa e com boa imagem. Só desta forma mais gente estará disposta a dar a cara por nós e connosco.

Cabe na cabeça de alguém seduzir as massas com agressividade e discursos de “mata e esfola”? Ou com imagens com que as pessoas não se identificam? Será razoável apresentarem-se justos ideais, de actualidade, recorrendo a estilos de outras épocas e lugares? Afinal o que é mais importante: fazer vingar a essência do Nacionalismo ou teimar-se em certos folclores de gosto discutível?

Não é com imagem ou linguagem violenta que se atrai as pessoas, mas antes com discurso e mensagem intransigentes, sólidos, esclarecidos e diametralmente opostos aos rumos que, malogradamente, a nossa Pátria tem seguido. E esse discurso não pode ser autista e estar divorciado das pessoas e da realidade.

Queremos, de facto, que o Nacionalismo vença, e, como tal, temos o projecto Nacional-Renovador e temos o PNR aberto a todos aqueles de boa vontade que queiram vir connosco, dando sentido e corpo à unidade de acção e pensamento em torno do que é essencial e comum entre todos.

José Pinto-Coelho 4 de Fevereiro de 2012

Segunda-feira, 6 de Fevereiro de 2012

PNR - Apontamento semanal | 6 de Fevereiro

> Novo aumento dos transportes. O Governo anunciou um aumento médio de 5%, mas a análise dos preços anunciados para os diferentes títulos de transporte mostra uma realidade diferente chegando em certos casos aos 50%, 60% e até 80%…

Mais uma vez, o caminho escolhido pelo, governo para fazer face à dívida, é o do imediatismo e da facilidade, indo novamente aos bolsos das pessoas e, deste modo, penalizando mais ainda os orçamentos familiares, já por demais fragilizados.

Se é verdade que o sector dos transportes tem um buraco acumulado de 10 mil milhões de euros, tal deve-se a uma gestão danosa e incompetente, mas não é por esta via que se deve arrumar a casa, e sim, antes, pela gestão rigorosa, honesta e reestruturada do sector. De igual forma, os sindicatos, ao brincarem às reivindicações insanas, estão a prejudicar gravemente os trabalhadores do sector e a população em geral, contribuindo ainda para o agravamento da situação.

Não se entende também o contra-senso que leva a que, por um lado, se insista na utilização de transportes públicos em detrimento da viatura própria, mas por outro se encerrem e reduzam os meios de transporte e se aumente gravosamente os preços. Afinal, o que é isto senão um convite ao uso do carro?

> O exemplo que não vem de cima. José Lello omitiu, durante 14 anos, uma conta num fundo, partilhada com a mulher, com mais de 658 mil euros, justificando tal omissão com o desconhecimento da lei.

Coitados dos governantes… não conhecem a lei! Pois precisamente esta amálgama de incompetência, falta de exemplo e imoralidade da maioria dos governantes que vivem acima da lei ou no seu “desconhecimento”, é motivo mais que suficiente para se sentir uma verdadeira repulsa por este regime.

E tudo aquilo que se vai sabendo, permite perceber que isto é apenas a ponta de um iceberg gigante, deixando a noção de que a maior parte dos dirigentes, muitíssimos ricos – embora tenham sempre um discurso de preocupações sociais… – fez fortuna por via dos cargos ocupados.

Eis pois, algumas das conquistas do 25 de Abril: imoralidade que fede por toda a parte e a corrupção que se entranhou na sociedade. Nem que seja apenas por estes frutos podres, o regime é merecedor do veredicto de pena capital e os responsáveis por isso, de punição exemplar e obrigação de restituírem tudo o que têm roubado.

> A tentação imperialista. O número dois do governo alemão defendeu ontem que se os gregos não cumprirem os objectivos, então terá de ser imposta de fora uma liderança, a partir da União Europeia, o que gerou viva indignação da parte do Governo grego. Esta tentativa alemã de governar Atenas pode ser estendida a outros países, como Portugal. Uma fonte do governo alemão disse à agência que esta proposta não se destina apenas à Grécia, mas a outros países da zona euro em dificuldades que recebem ajuda financeira e não são capazes de atingir os objectivos que acordaram.

A indignação dos governantes gregos não se fez esperar, bem como a de muitos outros sectores ou países da UE. A nós, PNR, nada disto nos surpreende, já que desde sempre denunciámos a perda da soberania das Nações nesta aventura federalista, referindo que os países periféricos e menos preparados seriam, naturalmente, as maiores vítimas desta união contra-natura. Portugal encontra-se naturalmente no mesmo pacote da Grécia.

Aquilo que a nós causa estranheza é a forma como os políticos se recusam a ver as evidências! Não conseguem ver que as soberanias dos países periféricos, além de estarem já mutiladas, estão cada vez mais ameaçadas? Não conseguem ver que, por pura aritmética, a Grécia, ou Portugal, nunca terão capacidade de pagar sequer os juros da dívida externa?

A asneira já está feita e os sacrifícios são inevitáveis, mas não se pode persistir na asneira e exigir sacrifícios em vão. É imperioso mudar-se o rumo das decisões e ter-se objectivos nacionais, de curto, médio e longo prazo, que apontem no sentido da recuperação da economia e da soberania.

> Metro rejeita campanha. O Metro de Lisboa recusou uma campanha da rede social gay Manhunt com imagens de dois homens de tronco nu a trocarem um beijo, e de t-shirt, abraçados. A empresa argumentou que esta publicidade pode “ferir susceptibilidades”.

Esta decisão é acertadíssima e plenamente justificada! Mas, como quase tudo o que está certo, nesta sociedade de pernas para o ar, acaba por ser mal visto e amaldiçoado pela suposta “elite bem-pensante” e “guardiã das verdades absolutas”, cujos elementos, embora se auto-proclamem tolerantes, são do mais persecutório que existe, e disparam com os chavões do costume, de discriminação, homofobia e outros preconceitos que tais. Para esta gente, a justíssima sensibilidade comum das pessoas pode ser atropelada sem qualquer respeito ou consideração, e tem que se sujeitar à violência antinatural de quem nos quer impor à força imagens aberrantes de promoção de desvios sexuais.

> Teimosia do acordo ortográfico. Se a implementação do Acordo Ortográfico dependesse apenas dos resultados do processo de consulta, há muito que o projecto teria sido abandonado. Das 27 entidades contactadas, apenas duas se mostraram favoráveis. As dúvidas e críticas severas manifestadas pelos peritos da maior parte das instituições participantes não impediram que a ratificação do Acordo seguisse o seu rumo: o tratado que visa unificar a língua portuguesa aguarda apenas a promulgação do presidente da República para tornar-se uma realidade.

Não há qualquer motivo para não se cancelar o acordo Ortográfico, senão uma teimosia incompreensível, que contraria todo o bom senso e a esmagadora maioria dos linguistas. Afinal, porque não se suspende o “AO1990”? É uma reforma ortográfica totalmente desajustada e inútil, um atentado à cultura, que em 20 anos nunca foi aplicada porque é um absurdo completo, mas de há uns 3 anos para cá resolveram impô-la de qualquer maneira! E não serve o argumento de que “já está feito”! Nada é irreversível, sobretudo sendo uma cretinice completa. Disso, foi exemplo a corajosa e acertada decisão de Vasco Graça Moura, que ao ser empossado Presidente do CCB revogou a decisão da anterior direcção e proibiu, nesse Centro Cultural, a aplicação do famigerado acordo.

O Brasil também aprovou o Acordo de 1945, o Congresso Nacional não chegou a ratificá-lo e acabou por ser revogado em 1955! Ponha-se então no lixo, esta perfeita estupidez ditada apenas por interesses políticos e económicos, que configura um atentado contra a cultura. É preciso revogar esta aberração, que abastarda uma herança cultural, alterando por decreto a língua, que é parte do património cultural de uma nação e não propriedade dos governos do momento!

> Novo mapa judicial. O Ministério da Justiça vai extinguir 47 tribunais situados em sedes de concelho, reduzindo de 231 para 20 o número de comarcas judiciais no território nacional.

O Sistema Judicial Português é lento e burocrático e, em consequência disso, encontra-se perto da paralisação e da rotura pela acumulação de processos. Nessa medida, não nos opomos à reestruturação de todo o sistema e à revisão do Mapa Judicial, aliás, defendemos que isso seja feito! Mas que seja levado a cabo com critério, que seja revisto por especialistas multidisciplinares e que tenha em conta o melhor funcionamento do sistema Judicial e o serviço às populações.

Mas, tal como se tem passado com as escolas, serviços de saúde, CTT, etc., estes encerramentos de Tribunais esboçam já um atentado aos interesses de várias localidades, olhando apenas à frieza dos números.

O PNR lutará ao lado das populações contra toda e qualquer medida economicista, que corte a direito e cegamente, que provoque mais desertificação e que acentue o fosse entre ricos e pobres na procura de justiça.


É imperioso reestruturar o Sistema Judicial por forma a aumentar a sua eficácia e operacionalidade.. E esta deve passar pela especialização dos Tribunais, em função da natureza dos crimes e pelo aumento dos Juízes para instrução e julgamento dos casos de média e grande complexidade. Assim, os tribunais mais pequenos são pedras basilares em toda a política judicial que defendemos. (PNR)

Sábado, 4 de Fevereiro de 2012

PNR - Campanha contra os Grafitis

Ontem à tarde, sexta-feira, 3 de Fevereiro, cerca de uma dezena de militantes do PNR, protagonizaram nova acção de propaganda, desta feita, nas imediações da estação de comboios do Rossio.

Os transeuntes foram abordados por elementos do partido, que procediam à divulgação da campanha intitulada «Grafitis? Não obrigado! Defendamos o Património», e não obstante a azáfama de regresso ao lar, foram inúmeros as pessoas que não se escusaram em manifestar concordância com os pontos de vista expressos nos folhetos alusivos ao tema.

Houve, inclusive, quem pretendesse inteirar-se com mais detalhe acerca dos propósitos da iniciativa, reiterando a sua repugnância por um fenómeno de puro vandalismo, que não salvaguarda sequer edifícios de cariz histórico.

Dignas de registo, as palavras de encorajamento provenientes de quem, reclamando-se de quadrante ideológico antagónico ao PNR, considerou a iniciativa oportuna e arrojada.

Em suma, uma jornada coroada de êxito, contribuindo para reforçar a imagem do partido junto de eleitores habituais, como, em simultâneo, permitindo propagar a Chama nacionalista e granjear a simpatia de potenciais apoiantes.

Oportunamente, será feita uma nova acção, no seio dos bairros históricos mais afectados por este flagelo do vandalismo. (PNR)

Terça-feira, 31 de Janeiro de 2012

Distribuição de propaganda contra os graffitis

Desde há muitos anos que nos temos “habituado” a ver vandalizado o património público, que, afinal, é de todos nós.

Nas nossas cidades sobressaem os graffitis, que não poupam paredes velhas nem novas, muros, casas, estátuas, monumentos e até transportes.

Até quando teremos que aceitar esta realidade onde prevalece a falta de respeito pelo património comum? Até quando ficará impune a destruição selvagem da propriedade pública e privada?

Afinal, tudo se resume a uma questão de mentalidades, onde os gangues e marginais rabiscam as paredes face à passividade das autoridades e da população em geral. É inaceitável que os nossos jovens assimilem esta sub-cultura de selvajaria, importada, que graça um pouco por toda a parte, e não haja a menor reacção das autoridades ou da sociedade em geral.

O PNR defende que se puna os crimes de vandalismo com multas, serviço cívico ou mesmo prisão, consoante os casos, e que, por outro lado, se legisle no sentido de serem criados espaços próprios para pintura mural e urbana, devidamente regulamentada.

O PNR, que começou a falar deste tema no seu programa eleitoral para as “Intercalares de Lisboa em 2007, lança agora uma campanha específica de sensibilização para esta causa, através de distribuição de folhetos “pela criminalização dos graffitis selvagens”.

Assim, estaremos na próxima 6ª feira, dia 3, às 18:00 horas, em frente à Estação de Comboios do Rossio, para realizar uma distribuição de panfletos.

Queremos as nossas cidades limpas e o património respeitado! (PNR)

Sexta-feira, 27 de Janeiro de 2012

Governo enxovalha portugueses e promove imigração invasora

O Governo de Passos Coelho anunciou, recentemente, o propósito de introduzir alterações no tocante à Lei da Imigração, visando conter a saída de imigrantes rumo aos países de origem.

Socorrendo-se de estafados mitos e falácias, sustentados até à exaustão por empedernidos imigracionistas, o executivo PSD/CDS, alega que a imigração constitui uma «alavanca» para o país ultrapassar a crise vigente, incrementando os actuais baixos índices de natalidade, e em simultâneo, contribuindo para o equilíbrio da Segurança Social.

Após incitar, por repetidas vezes, vastas faixas da população portuguesa a emigrar, a incongruência governamental revela-se em todo o seu esplendor, ao anunciar a firme pretensão de demover os estrangeiros interessados em retornarem às terras de proveniência.

Enquanto se instiga jovens portugueses, qualificados, a rumarem a outras paragens, usufruindo essas nações da mão-de-obra especializada de que o nosso país carece, em contrapartida, pretende-se cativar a presença em solo luso, de imigrantes com escasso poder reivindicativo, propensos a desempenhar funções mal remuneradas, regra geral, em condições precárias, inaceitáveis por parte do trabalhador autóctone.

Ao recorrer-se cada vez mais, a uma força de trabalho estrangeira conformada com salários de miséria, dado que amiúde suplantam, ainda assim, as remunerações praticadas nos países de origem, criam-se condições para pressionar a média salarial no sentido descendente.

Daqui deriva o famigerado e demagógico chavão, propalado aos quatro ventos pelos partidários do mundialismo, segundo o qual, «os imigrantes são imprescindíveis para executar as tarefas que os portugueses recusam».

Na verdade, muitos compatriotas nossos desempenham fora do seu país natal, precisamente essas funções, porém, a troco de remuneração compatível e justa.

No tocante à reduzida taxa de natalidade, mais uma vez, a imigração jamais poderá ser encarada como panaceia para tão séria ameaça.

Na génese deste dramático panorama, encontra-se subjacente a ausência de políticas de natalidade eficazes, inexistência de planos de ajuda económica aos casais portugueses, carência de oferta de habitação a valores módicos, os baixos salários praticados, sem olvidar, o crescente sentimento de individualismo reinante na sociedade actual.

A solução preconizada pelos actuais governantes, consiste na atribuição da nacionalidade portuguesa aos filhos dos imigrantes. Tendo em conta o fluxo crescente de imigrantes extra-europeus rumo a Portugal, a sua implementação acarretará uma inevitável ameaça para a identidade de uma nação com mais de oito séculos de história.

Os episódios de autêntica guerra civil, registados em distintos pontos da Europa, e cada vez mais banais, inclusive em Portugal, protagonizados por «jovens» de origem extra comunitária, pelos vistos, passaram incólumes aos olhos dos actuais proponentes da reforma da Lei da Imigração.

Por último, é imperioso frisar que as propostas atrás mencionadas, são paradoxalmente da autoria de um governo, de que faz parte o CDS/PP, partido que logrou obter o voto de um número significativo de nacionalistas, preconizando de forma cínica e despudorada medidas diametralmente antagónicas às que almeja aplicar.

Urge de forma definitiva, romper com o tristemente célebre «voto (in)útil», e perante a traição que se avizinha, dar um voto de confiança ao PNR, único partido a colocar Portugal e os portugueses sempre em primeiro lugar. (PNR)

Quarta-feira, 25 de Janeiro de 2012

PNR - Apontamento semanal | 24 de Janeiro

> Presidente da República na berlinda, ao ter afirmado que as suas reformas, quase não dão para as despesas pois, “como se sabe eu também não recebo vencimento como Presidente da República”. Tais declarações geraram protestos e agitação de norte a sul do país e fizeram já correr muita tinta, dando pano para mangas em matéria de comentários e debates.

É claro que as suas afirmações são uma verdadeira alarvidade que configura uma falta de respeito grosseira para com a maioria das pessoas, nomeadamente os reformados, que vivem sabe Deus como. Mas estas palavras, contudo, não passam de mais um facto político – uma oferta de bandeja aos profissionais da agitação – que apenas desvia atenções do essencial e, em última análise é um não-caso: foram umas declarações que se esgotam em sim mesmas, sendo apenas mais uma das inúmeras barbaridades com que estes políticos nos brindam habitualmente.

O que é realmente grave é a mentalidade subjacente a estas declarações, reveladora de profunda insensibilidade e que deixa – mais uma vez – perceber-se as políticas antinacionais que esta gentinha tem vindo a praticar. Grave é, justamente, termos sido governados por este tipo de gente. Grave é o Professor Cavaco Silva ter sido um dos grandes responsáveis pelo desmantelar de todo o tecido produtivo nacional e do estado de coisas a que chegámos. Grave é, sob a sua alçada, ter emergido uma verdadeira cambada de ladrões sem vergonha que, entre outras coisas são os responsáveis pela fraude e desfalque do caso BPN. Tudo isso sim, é muito grave. As enormidades que diz, não passam afinal de episódios protagonizados por uma pessoa com este perfil e trajecto e que foi lá posta por muita gente… também culpada.

> Governo é racista anti-português. As alterações à Lei da Imigração são um objectivo deste Governo que, entre outras coisas quer “melhorar as oportunidades ao nível do emprego e da habitação” para os imigrantes e, nos próximos anos, aperfeiçoar a legislação portuguesa “no que diz respeito ao acesso a direitos cívicos e políticos”, que alegadamente são determinantes para uma “melhor integração” dos imigrantes na sociedade. O Governo considera que a imigração é uma das alavancas para o país sair da crise não só pelo que representa em termos de equilíbrio da Segurança social mas também a nível demográfico, já que a crescente diminuição da taxa de natalidade no nosso país está a preocupar as autoridades.

Isto é mau demais para ser verdade. Mudar a Lei da Imigração? Obviamente que sim: estamos de acordo! Mas seria no sentido de conter a invasão e reverter os fluxos migratórios. Mais importante ainda, seria mudar-se a Lei da Nacionalidade, consagrando o Jus Sanguinis como critério.

Mas o que o governo quer é que os imigrantes não regressem às suas terras de origem, como é vontade de muitos, desejando retê-los e fazendo tudo para isso. Ora o que é isto senão um atentado contra a Nação e a sua Identidade? O que é isto senão uma discriminação contra os portugueses?

Por um lado, como se não bastasse não protegerem os portugueses e não se preocuparem com a sua natalidade, nem com garantir-lhes de melhores condições de vida e fixá-los à terra, ainda enviam sucessivos recados que convidam à emigração; por outro lado, querem fazer tudo para impedir a saída de imigrantes. Isto é verdadeiramente revoltante e constitui uma escandalosa substituição demográfica! Cuidam dos imigrantes invasores e enxotam os portugueses da sua própria casa.

Estamos perante mais um Governo de autênticos traidores!

> Fusão Municipal voluntária? A proposta de lei que o Governo deve aprovar esta semana em Conselho de Ministros vai prever uma majoração de 15% no dinheiro que o Orçamento do Estado transfere para as freguesias que se fundirem. Mas o incentivo estende-se às câmaras: ainda que a fusão de municípios vá ser apenas voluntária, o Executivo quer estender o aumento de verbas à agregação de câmaras municipais, numa tentativa de estimular esse cenário.

Mas isto só pode ser para brincar… Este Governo é digno de Opereta!

Para o PNR, a revisão do Mapa Administrativo do país é de extrema importância para o desenvolvimento, para um melhor serviço às populações e para o combate às assimetrias existentes. Desde as eleições intercalares de Lisboa, em 2007, que o PNR defende essa necessidade.

Mas tal revisão e reestruturação tem que ser feita, obviamente com cuidado e rigor. Tem que se estudar bem os assuntos e envolver técnicos multidisciplinares que estudem os reais impactos de tais decisões. Urge pois, mudar, mas com pés e cabeça. O que estes senhores governantes continuam a fazer é brincar com o País. Devem achar que estão a jogar ao “Monopólio”… E, nessa fantasia toda, acreditam tais cabecinhas iluminadas que algum autarca vai abdicar do seu cargo para um outro por via de uma fusão? Siga a brincadeira…

> Protesto pela reabertura do Ramal da Pampilhosa. O protesto, convocado pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa Figueira da Foz, acabou por se cingir a uma concentração e alguns discursos dos manifestantes junto à autarquia local.

O PNR tem-se envolvido nesta causa local e social, com toda a razão, e não deixará o assunto morrer. Vítor Ramalho, dirigente do PNR-Coimbra afirmou aos jornalistas que “as pessoas estão adormecidas, o povo desmobilizou muito mas nós não vamos desistir. Já conseguimos alguma coisa, colocámos isto na ordem do dia”. De lamentar é a ausência de autarcas da região no protesto, já que esta linha férrea é de extrema importância para as populações locais.

> Segurança social com colapso à vista. Esta é a previsão de Carlos Pereira da Silva, Professor do ISEG e “pai” do “livro branco da Segurança Social” dos anos 90. Diz que o sistema pode entrar em colapso se a taxa de desemprego continuar aos níveis actuais até sensivelmente 2020, com este desemprego ingerível a 12,5% ou 13%.

Também esta má notícia não constitui espanto algum para nós. Afinal, sempre alertámos para isto. Andaram anos sem fim a pagar rendimentos mínimos a imigrantes invasores e a toda a sorte de parasitas, subsídio-dependentes profissionais que nunca quiseram trabalhar; a pagar reformas milionárias a quem nunca, verdadeiramente, trabalhou; a pagar baixas fraudulentas por falta de fiscalização, etc. Assim, não há sistema que aguente, e quem sai prejudicado é sempre a pessoa honesta que trabalhou toda uma vida para depois não ter amparo na velhice. (PNR)

Terça-feira, 24 de Janeiro de 2012

“Jornadas de [In]Formação” do Partido Nacional Renovador foram um sucesso

Realizaram-se ontem, em Lisboa, as primeiras “Jornadas de (In)Formação” do PNR, a repetir anualmente, que se revelaram um sucesso, traduzindo deste modo o amadurecimento e crescimento do PNR.

Com esta iniciativa, deu-se corpo a uma necessidade, há muito sentida, de se proporcionar um espaço privilegiado de formação e informação que fosse, simultaneamente, um pontapé de saída para a activismo de mais um ano.

Ao longo de três módulos temáticos, um da parte da manhã e dois de tarde, os participantes em cada um deles, tiveram oportunidade de receber informação e formação participando activamente com questões e propostas, numa jornada que foi uma excelente ocasião de esclarecimento e reflexão, enriquecedora e motivadora para todos.

Às 11:45 horas o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, deu as boas vindas aos participantes e apresentou os objectivos das Jornadas.

Seguidamente, deu-se início ao primeiro tema, de cariz informativo, “Os objectivos do PNR para 2012”, no qual o Vice-Presidente e responsável pelas Relações Externas do PNR, Pedro Frade, fez uma resenha do que tem sido o relacionamento do PNR com os seus congéneres europeus, focando os objectivos do partido nessa área.

Para terminar este módulo, José Pinto-Coelho fez uma breve análise do percurso do PNR ao longo dos seus 12 anos de vida e apresentou os objectivos para 2012, deu a conhecer, em primeira mão, o novo material de propaganda que em breve estará na posse dos responsáveis de núcleo e falou das acções que já estão previstas, por enquanto, ao longo do ano que agora começou.

Retomaram-se os trabalhos às 15:00 horas, tendo a Secretária-Geral, Alexandra Ginja e o Vogal da CPN, João Pedro Amaral, apresentado o tema do “Nacionalismo-Renovador”, seus objectivos e pressupostos.

O Nacionalismo-Renovador tem que entranhar em cada militante e simpatizante do PNR, para se construir uma unidade em torno de um projecto onde o ADN do Nacionalismo da Portugalidade e da modernidade coexistam em perfeita coerência. Urge sair-se do gueto, através da mudança de mentalidades, e com uma imagem e mensagem que sejam acolhidas pelos portugueses e faça singrar o Nacionalismo, à imagem do que sucede noutros países europeus.

Após um lanche e actividade em torno de uma banca de artigos e material diverso, deu-se início ao último módulo, dedicado à “Militância e Activismo” que contou com as intervenções do Responsável de Núcleos do PNR para a zona Centro e Norte, Vítor Ramalho, e com os responsáveis pelos núcleos de Loures e Porto, respectivamente, Rui Amiguinho e Jorge Ribeiro.

Cada um dos módulos foi seguido de um espaço de intervenção e debate por parte dos assistentes.

O balanço final foi muito positivo e foi alcançado o objectivo de envolver e motivar mais os presentes, consolidando a sua adesão ao PNR e aos Nacionalismo-Renovador.

Em Janeiro de 2013 terão lugar as segundas “Jornadas de (In)Formação” que, com base nesta experiência, se esperam mais fecundas e participadas. (PNR)

Segunda-feira, 23 de Janeiro de 2012

PNR condena o jornalismo calunioso

O Partido Nacional Renovador desmente de forma categórica, a informação falsa e caluniosa, veiculada pela TSF, envolvendo o PNR em desacatos ocorridos durante a marcha dos pretensos «indignados», que se realizou ontem em Lisboa.

Em caso algum, o partido apelaria à participação num evento sobejamente promovido por radicais esquerdistas de distintas matizes, cujo denominador comum, é o sistemático recurso ao vandalismo e violência sem quartel, visando autoridades e património privado.

Os ideais que norteiam o PNR em matéria de defesa da lei e da ordem, situam-se nos antípodas do caos e anarquia sustentados pelos energúmenos que protagonizaram os lamentáveis incidentes que foram vistos nas imagens televisivas.

O PNR exige rigor e profissionalismo à comunicação social, e que cessem em definitivo, as manobras manipulatórias, tendentes a conotarem o único partido nacionalista português, com ilícitos do foro criminal, que o mesmo renega em absoluto.

Comissão Política Nacional 22 de Janeiro de 2012

Novo material de propaganda do PNR






Brevemente estarão disponíveis novos autocolantes e cartazes de propaganda do PNR. Estes serão difundidos pelos responsáveis dos núcleos e difundidos posteriormente nas nossas ruas.

Quarta-feira, 18 de Janeiro de 2012

Terça-feira, 17 de Janeiro de 2012

Próximas acções do PNR

Em Lisboa, no sábado, dia 21, realizam-se as primeiras “Jornadas de [In]Formação” que visam ser um momento de informação, esclarecimento, formação e debate, aberta a todos os militantes e simpatizantes.

Mais informações: geral@pnr.pt ou tel. 96 437 82 25. Pode-se aderir informalmente ao evento, no facebook.

No dia 22, Domingo, realiza-se um “Encontro Nacionalista”, em Santarém, com o objectivo de promover um trabalho mais sólido no distrito e lançar as bases para futuros núcleos locais. A reunião será entre as 16:00 e as 19:00 horas, tendo como ponto de encontro a Escola Prática de Cavalaria.
Mais informações: Tel. 96 148 83 75. Pode-se aderir informalmente ao evento, no facebook.

Além destas acções no mês de Janeiro, continua sempre a decorrer o activismo de propaganda, de âmbito local, para além daquelas outras que, até à data já estão previstas para 2012 e anunciadas na Agenda.(PNR)

Segunda-feira, 16 de Janeiro de 2012

Quarta-feira, 11 de Janeiro de 2012

Encontro Nacionalista em Santarém


Dia 22 pelas 16.00 junto à antiga EPC Escola Prática de Cavalaria

Informações

E-mail- PNRCoimbra@gmail.com
Telemóvel- 961488375
FACEBOOK

Terça-feira, 10 de Janeiro de 2012

Do Presidente do PNR aos Nacionalistas | Janeiro de 2012

Nunca é demais denunciar-se os crimes quotidianos das políticas praticadas pelo liberal-capitalismo, que, de modo sistemático, estão a desmantelar as estruturas da Nação, na sua Identidade e Soberania, e a minar a Justiça Social. E o drama reside justamente na persistência do erro aviado como remédio, quando em boa verdade, não é mais que veneno.

Atente-se por exemplo no caso grego, uma Nação europeia que sofre de males semelhantes ao nosso, embora em estado mais avançado, e que, igualmente vítima da falta de soberania e persistência no erro, já declarou falência, novamente prevista para Março. Isto é, apesar de todas as ajudas e injecções de capital, por via das políticas seguidas (manietadas pela chantagem da Troika), não só o problema não tende à sua solução, como se vê cada vez mais agravado numa espiral de queda vertiginosa: pede-se mais dinheiro para se pagar os juros da dívida anteriormente concedida e aumenta-se os sacrifícios até a corda partir. A dimensão e profundidade da crise grega não pára de aumentar.

Portugal, ao que parece, está a seguir alegremente os passos desastrosos do (des)caminho trilhado pela Grécia, facto que representa uma verdadeira loucura! Aliás, o défice anunciado no Orçamento para 2012, vai ser largamente ultrapassado como o Governo já admitiu. E a solução, está-se claramente a ver, passará por vender tudo o que resta da nossa soberania e asfixiar, sem dó nem piedade, os portugueses até ao limite do surreal.

Mas afinal, os governantes não conhecem mais nenhuma ementa senão a dos cortes a torto e a direito? Da venda criminosa de Portugal a interesses privados e estrangeiros? E do aumento do peso da carga fiscal sobre famílias e empresas?

As esferas governantes gostam muito de falar em competitividade e produtividade, mas na verdade o Estado é cada vez mais hábil na capacidade de extorquir impostos, de executar penhoras e de caçar multas, ao mesmo tempo que se revela mais incompetente na gestão do país, mais bruto na questão da justiça social e mais traidor face à independência nacional.

E perante o descalabro e desnorte, têm ainda a distinta lata de incentivar à emigração. Onde já se viu? Como se concebe uma Pátria que em vez de defender os seus filhos os enxota desta maneira? Que espécie de governantes é esta, afinal? Só mesmo um regime tão corrompido e pervertido explica tais posturas. Só esse facto explica que se ignore a produção nacional, o incentivo à natalidade, a promoção da justiça e do bem-estar, o combate à desertificação do interior e o fortalecimento da independência nacional; ao contrário, assiste-se ao apelo à emigração, aos atentados contra a família, às assimetrias sociais cada vez mais chocantes, ao abandono e morte progressiva do interior, à entrega criminosa da nossa soberania.

É assim que, entrados em 2012 (volvidos quase 38 anos de regime de destruição, 25 anos de União Europeia e 10 de moeda única), nos encontramos numa profunda crise económica, mas sobretudo de identidade e de valores. Estamos num beco do qual urge sairmos.

Mas será que os governantes são apenas burros? Se fosse só isso, a coisa explicava-se, mas de facto não é isso que se passa, pois nem todos eles usurparam funções ou compraram diplomas. De onde se conclui que o panorama é bem pior, já que estamos entregues a gente poderosa, capaz (para os seus interesses), mas que são traidores e bandidos. São uma cambada de vendidos, enfeudados à sinistra maçonaria e a outras sociedades secretas que tais, ao serviço de interesses inconfessáveis e obscuros, seguramente pró-mundialistas e, desde logo, antinacionais.

As pessoas medem-se e avaliam-se pelas suas obras e não por palavras, por isso é justo dizer que o regime vigente é inimigo declarado dos interesses nacionais e que os seus protagonistas são uns vendilhões da Pátria.

E para que serve, no fim de contas, um regime que em vez de servir a Pátria a aniquila? Para nada! Assim sendo, é legítima a indignação e a revolta; é imperiosa a defesa da Pátria; é lícito ansiar-se por um regime de defesa Nacional e promotor da Justiça Social; é patriótico o combate a este regime traidor. E mais não digo… por ora…

José Pinto-Coelho 10 de Janeiro de 2012

Segunda-feira, 9 de Janeiro de 2012

PNR - Apontamento semanal | 9 de Janeiro

> Roubos de armas de guerra. No dia 6 de Janeiro, fez um ano do roubo de diverso armamento de guerra, do Centro de Tropas Comando, uma das unidades de elite do Exército Português. Mais recentemente, em Agosto de 2011, desapareceu mais armamento de guerra, desta vez da Base Naval de Lisboa.

O PNR estranha que, no prazo de doze meses, ainda não se saiba nada do paradeiro desse armamento, e também que não se saiba se foram encontrados os culpados destes dois crimes bastantes graves ocorridos no seio das Forças Armadas Portuguesas. O PNR estranha ainda que se desconheça igualmente se foram tomadas medidas para reforçar a segurança interna de todos quartéis e bases espalhados por Portugal, de forma a não se repetirem roubos destes.

> Portugal dá à China 3,5 milhões por dia. Nos primeiros onze meses do ano, Portugal deu esse montante à China, por cada dia, por via do desequilíbrio entre importações e exportações. A compra de mercadorias chinesas fixou-se em 1,99 mil milhões de euros entre Janeiro e Novembro. Já as compras da China a Portugal ficaram pelos 805 milhões de euros.

Por este andar, e somando a venda dos nossos recursos naturais e da dívida soberana à China, bem como o facto de termos de suportar a concorrência desleal das lojas chinesas, ainda acabamos como protectorado desse país asiático e seremos obrigados a falar mandarim.

> Deputados foram descansar. Segundo a Presidente da Assembleia da República, Assunção Esteves, “Fomos descansar e usar o descanso a que temos direito”. Estão de férias «para compensar» o que trabalharam no Verão e, por isso, o Parlamento suspendeu a sua actividade entre 22 de Dezembro e 3 de Janeiro.

Então não ficaram a trabalhar no Verão para dar o exemplo? Mas agora que o “show-off” já foi feito, metem férias? Direito? Pois… os deputados e governantes têm direito a tudo. É pena é que a redução do número de inúteis deputados ainda não esteja feita, como também é pena que a Lei do Financiamento dos partidos só sirva para asfixiar os partidos extra-parlamentares e sustentar os partidos do chamado “arco do poder”, responsáveis pelo roubo à Nação a que temos vindo a assistir de há várias dezenas de anos para cá. Como também é pena que eles continuem a afundar o país cada vez mais e os seus deputados promovam o seu próprio estilo de vida faustoso. Enfim, só o simples cidadão é que tem que ser privado de feriados e dias de férias, de vencimentos e benefícios fiscais, mas os deputados, coitados, têm que ter direito a umas feriazinhas de Natal.

> A sinistra maçonaria tem sido o tema da novela dos últimos dias, fazendo correr muita tinta nos jornais. De acordo com o jornal Público, o PSD teria apagado referências a ligações entre a maçonaria e os serviços secretos que constavam num relatório preliminar das audições da primeira Comissão Parlamentar que investiga irregularidades nos serviços secretos.

Mas afinal, onde está novidade disto? Ou será que estas notícias servem apenas para distrair das desgraças que afligem o país e dos atentados a que as políticas implementadas vão conduzindo? O PNR sempre acusou, sem papas na língua, e por diversas vezes, o facto de estarmos entregues a gentalha subterrânea, que serve interesses inconfessáveis, secretos e perversos. Eles estão profundamente infiltrados em todos os centros de decisão, da política, à justiça, das secretas à comunicação social, das empresas à banca… Mas, afinal, o que há de novo que não soubéssemos já?

> Mais IRS, mais TSU. Quem recebe um subsídio de refeição superior a 5,12 euros por dia vai pagar mais IRS já a partir deste mês, ou seja, em termos práticos, passa a ganhar menos salário líquido. Por outro lado, as empresas que o pagam ficam sujeitas a uma subida da TSU porque o patamar isento de imposto para este subsídio baixou. O montante pago em subsídios de refeição no sector privado chega a cerca de 3 mil milhões de euros por ano.

O Governo, realmente, rouba em tudo o que pode, desencorajando o empreendedorismo e a iniciativa e desmoralizando cada vez mais as pessoas que trabalham. E depois admiram-se que empresas como o Pingo Doce (Jerónimo Martins) ou outras deslocalizem as suas sedes fiscais para a Holanda, ou que pessoas empreendedoras como o ex-futebolista Luís Figo afirmem que vão retirar tudo de Portugal e investir lá fora. Realmente, não se percebe bem onde os governantes querem chegar…

> Portugal está literalmente à venda. Aldeias no Alentejo e Algarve, ilhas no Tejo, castelo em Torres Novas. A crise faz aumentar a oferta para quem pode investir.

É uma dor de alma verificar-se o ponto a que se chegou, tão grave, consequência de políticas traidoras e criminosas que permitem ainda que o país seja literalmente vendido a retalho. Só uma visão Nacionalista poderá inverter este estado de coisas que, de dia para dia, ameaça cada vez mais a nossa Soberania e Identidade.

> Estaleiros de Viana do Castelo tão desprezados como o mar… A falta de liquidez da empresa está a provocar vários constrangimentos ao funcionamento dos estaleiros, nomeadamente o atraso do pagamento dos salários de Dezembro aos 650 trabalhadores, mas também a incapacidade de cumprir com as encomendas. Os Estaleiros ainda não começaram a construção de dois navios asfalteiros, contratados em 2010 pela Venezuela, por não terem dinheiro para comprar matéria-prima, pondo assim em causa um negócio de 128 milhões.

Afinal, a paixão pelo mar não passa de letra morta, já que essa foi suplantada pela paixão do Governo pela Troika. Este está apostado apenas em cortar a torto e a direito, mas a aposta na produção nacional e no mar é apenas uma miragem. É de facto inconcebível que se deixem morrer os estaleiros e atirar mais 650 pessoas para o flagelo do desemprego quando, ainda por cima, há encomendas. (PNR)

PNR - Novo protesto no dia 14 | Ramal da Pampilhosa

A CP (Caminhos de Ferro Portugueses) cancelou, desde o dia 1 de Janeiro, os transportes rodoviários alternativos, no Ramal da Figueira da Foz, que mantinha desde a desactivação daquela linha para a realização de obras, uma vez que estas foram suspensas pelo PET (Plano Estratégico para os Transportes).

Vítor Ramalho, dirigente do PNR-Coimbra, lembra que o ramal, que também passa pelos concelhos de Cantanhede e Montemor-o-Velho, foi desactivado, tendo em vista uma empreitada de beneficiação e os carris, retirados, com a justificação de que assim se evitariam furtos. Afinal, percebeu-se, com o recente PET, que ficou confirmada a decisão de suspender o processo de reactivação.

Agrava-se assim a situação de isolamento das populações, pondo-se em causa os legítimos interesses de mobilidade dos utentes e de várias empresas da região, que pretendiam utilizar esta linha para escoar os seus produtos através da ligação ao porto da Figueira da Foz e à Linha do Norte.

O PNR, que sempre esteve envolvido na luta pela reabertura do ramal,e na defesa do comboio como futuro, estará representado no protesto convocado para o dia 14 de Janeiro, em Cantanhede, agendado para as 14:30 horas, junto ao edifício da Câmara Municipal de Cantanhede, de onde os participantes seguirão até à estação de comboios local.

O PNR apoia esta manifestação – organizada pela Plataforma Nacional de Defesa da Ferrovia, pelo Movimento de Defesa do Ramal Pampilhosa/Figueira da Foz e pelo Projecto Cultura e Cidadania de Mira – e apela aos seus militantes e simpatizantes da região, a que compareçam em massa protestando contra mais este atentado aos transportes públicos. (PNR)

Sábado, 31 de Dezembro de 2011

PNR - Apontamento semanal | 30 de Dezembro

> O Estado Português assinou a venda da sua participação na EDP à empresa estatal chinesa, China Three Gorges, que comprou a participação de 21,35 por cento daquela empresa estratégica para Portugal. No final da cerimónia de celebração do contrato de compra entre as duas empresas, o Ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas, destacou o bom começo de Portugal nas privatizações e sublinhou o impacto positivo no exterior, classificando este negócio, como um “um processo transparente”.

Pois para o PNR, não há transparência quando se trata de venda de Portugal. Não há transparência nestas políticas de prostituição. O Ministro deveria defender os interesses de Portugal zelando pela sua soberania, mas, ao contrário, interessa-se mais em desmantelar os sectores vitais da nação, passando-os para mãos de privados ou, pior ainda, de outros países. É verdadeiramente revoltante a traição ignóbil levada a cabo por estes políticos indignos. São eles os responsáveis pelos sentimentos de indignação e revolta que legitimamente devem despontar em qualquer Patriota que se preze.

> Agente da PSP julgado por matar assaltante. Quando perseguia dois irmãos suspeitos de furto de cobre, dentro da empresa que estariam a assaltar, um agente da PSP de Leiria causou a morte de um deles a tiro. Começa a ser julgado no início do ano, acusado de homicídio por negligência, por ter “violado o dever de cuidado”, arriscando-se a uma pena de 16 a 25 anos de prisão! Durante a perseguição que se seguiu e depois de ter gritado aos fugitivos “polícia, pára, pára”, este agente, de 50 anos, atingiu um deles a tiro, no tórax, com uma pistola-metralhadora, causando-lhe a morte. O outro assaltante foi detido logo a seguir, pelo mesmo agente.

Portugal nunca conheceu índices de criminalidade como hoje se vivem, e isto deve-se ao clima de decadência e à imigração descontrolada, mas também ao laxismo da justiça e às mentalidades invertidas e pervertidas de quem manda. Não admira que a insegurança cresça nas nossas ruas e intimide os Portugueses de bem quando Portugal é de facto um paradigma absurdo: um paraíso para os criminosos, sistematicamente protegidos e desculpabilizados, e um inferno para os polícias, enxovalhados, perseguidos e impedidos de cumprir a sua missão. Vergonhosa e revoltante é esta situação que se vive em Portugal. Continua assim o drama dos agentes terem medo de disparar a sua arma de serviço, por estarem sujeitos a estes processos onde só se pensa no “coitado” do criminoso e nunca na polícia ou mesmo nas vítimas desses crimes. O PNR, como sempre, estará na luta de frontal contra a criminalidade, e na defesa de todos elementos das forças da ordem, tendo ideias e soluções claras e corajosas sobre este tema da Segurança. O PNR está totalmente solidário com o agente da PSP perseguido pelo sistema, repudiando o facto de facto de que seja julgado pelo cumprimento do dever.

> Maquinistas da CP novamente em greve. O Conselho de Administração da CP pediu ontem, quinta-feira, a desconvocação da greve marcada pelo Sindicato Nacional dos Maquinistas para o próximo domingo. Depois de uma reunião com o movimento sindical, a administração da CP «renovou o apelo à desconvocação desta acção lesiva dos interesses da empresa, das populações e do próprio país» refere a empresa, em comunicado.

É totalmente condenável a falta de respeito dos maquinistas pela empresa que está na falência, e pelos seus compatriotas que pagam os impostos e bilhetes, tendo, por isso, direito de usufruir do comboio. Com estas atitudes egoístas e incompreensíveis, os maquinistas, que ganham muito acima do salário médio nacional estão a ser cúmplices da destruição de uma empresa virtualmente falida e do transtorno para a vida de milhares de portugueses. Recorde-se ainda que, por não terem serviços de comboios disponíveis, muitos portugueses se vêem assim privados de passar o Ano Novo com a família nas suas terras de origem, ou então são obrigados a levar carro, o que aumentará o índice de sinistralidade nas estradas, já de si tão elevado nesta época. Além disso, com tão irresponsável atitude, os maquinistas vão abrir as portas ao seu próprio desemprego. É inadmissível que estes senhores tenham feito 51 greves em 2011 e causado um prejuízo de 8 milhões de euros à empresa. Andam literalmente a gozar com as pessoas, já para nem falar no escândalo de auferirem de um “subsídio de assiduidade” equivalente a 6 euros por dia, apenas por… irem trabalhar! Estes resquícios marxistas dos tempos do PREC têm que ser banidos definitivamente da sociedade portuguesa.

> Navio Polivalente suspenso. A construção do primeiro Navio Polivalente Logístico português, nos Estaleiros Navais de Viana do Castelo (ENVC), está suspensa por falta de verbas e passou a ser considerado um processo de “longo prazo”, apesar de o contrato estar assinado há sete anos.

Em causa está o navio tido pelos militares como o “mais necessário” por servir os três ramos das Forças Armadas e para o qual os ENVC até já receberam o projecto de construção, no valor de 15 milhões de euros, no âmbito das contrapartidas dos submarinos, entregue a custo zero pelos alemães da HDW.

O PNR já tem falado deste navio e da sua necessidade, bem como da situação trágica dos Estaleiros de Viana do Castelo, entendendo um e outro como prioridades estratégicas para Portugal. Aliás, ambos se enquadram naquilo que o PNR entende como uma das grandes prioridades e objectivos nacionais: o Mar!

Mas assim, com esta medida, se vê a “paixão” que certos governos têm pelo Mar… Não existe dinheiro para o ”NavPol“, nem para a construção dos “patrulhas oceânicos”, nem vai haver para a construção das Lanchas de Fiscalização Costeira. Com estes cortes, perdem os Estaleiros Navais de Viana do Castelo, perde a Marinha de Guerra Portuguesa, mas principalmente perde Portugal, pois fica sem meios para assegurar a sua segurança e soberania! (PNR)