Terça-feira, 11 de Junho de 2013

Homenagear Cunhal e a barbárie comunista? Nunca!

A pretexto do centenário do nascimento de uma figura sinistra, com vida consagrada à implantação em Portugal da tenebrosa «ditadura do proletariado», temos vindo a assistir a uma aviltante idolatria mediática, orquestrada por amplos sectores, com o intuito de elevar à categoria de ser humano piedoso o ícone máximo, no nosso país, da ideologia mais sanguinária, despótica e genocida que alguma vez vigorou à face da Terra.

Estalinista empedernido, Álvaro Barreirinhas Cunhal serviu de forma servil, durante décadas, a ditadura soviética, feroz inimiga de Portugal e do mundo livre.

Com efeito, o PCP, o partido dirigido pelo lacaio de Moscovo, sempre actuou ao serviço de interesses de potências hostis, mais concretamente a União Soviética, contra Portugal.

Através dos actos de terrorismo perpetrados nos antigos territórios ultramarinos portugueses e não só, Cunhal notabilizou-se desde cedo ao lado da subversão instigada pelos soviéticos. O PCP esteve envolvido inclusive no envio para Moscovo de parte significativa dos ficheiros da PIDE, facto confirmado por ex-agentes da KGB.

As sabotagens económicas deliberadas, as ocupações selvagens e a agitação social foram sempre a marca indelével da nefasta acção comunista em Portugal. Muitos dos problemas económicos de que o País hoje padece, devem-se à factura da irresponsabilidade, falta de patriotismo e política de terra queimada dos comunistas no tempo do PREC.

O Partido Nacional Renovador (PNR) considera inadmissível que, não obstante o amplo consenso mundial acerca do cortejo de crimes hediondos cometidos pelos correligionários de Cunhal a nível planetário, em Portugal se persista em escamotear e até mesmo branquear a ideologia que norteou não só genocídios de tamanhas proporções mas também aquele que foi o defensor máximo dessa mesma ideologia sanguinária no nosso país.

Para o PNR, homenagear Cunhal é homenagear um agente pró-soviético que agiu sempre na defesa dos interesses da Rússia comunista contra os interesses de Portugal e das populações das antigas Províncias Ultramarinas portuguesas, nomeadamente Angola, onde o MPLA, o sanguinário partido apoiado pelo PCP e pelos soviéticos, ainda hoje explora o povo e reina num regime semi-ditatorial, não contente com os quilolitros de sangue que fez correr durante a guerra civil.

O PNR refuta assim o despudor patético com que se homenageia quem serviu de alma e coração a extinta URSS, e curva-se perante a memória dos mais de cem milhões de mártires inocentes, que nos cinco continentes, tombaram vitimados pela sanha assassina da tirânica ideologia de Álvaro Cunhal.(PNR)

Segunda-feira, 10 de Junho de 2013

Terça-feira, 4 de Junho de 2013

RTP cede e vai receber o PNR

Pela 6ª vez consecutiva, Domingo após Domingo, o PNR protestou em frente às duas portas da RTP, em simultâneo, complicando a vida ao comentador José Sócrates que desta vez entrou nos estúdios antes da chegada dos apoiantes do PNR para não ter que se sentir importunado com a nossa presença.

Nada de novo haveria a assinalar nesta 6ª etapa do nosso protesto persistente, não fora o facto de, após a saída do comentador, um responsável da televisão pública ter vindo abordar os dirigentes no local, chamando-os para um pequeno “colóquio”.

Com a expressão “a falar é que a gente se entende”, mostrou finalmente abertura por parte da Direcção da RTP em receber dirigentes do PNR para ter lugar uma reunião.

Se por um lado lamentamos que só agora a RTP tenha compreendido que esse entendimento era justamente a nossa pretensão, por outro lado é caso para dizer que mais vale tarde que nunca. Afinal, o PNR sente-se coberto de razão face à discriminação e completo silenciamento por parte de um canal público de informação e, além da reclamação e pedido de esclarecimentos que já tinha feito por carta, tem propostas concretas a fazer, em sede própria.

Esta demonstração de abertura por parte da RTP, representa para nós uma clara vitória da persistência e uma motivadora demonstração de que vale a pena a insistência numa luta pela mais elementar justiça, verificando-se uma vez mais que “água mole em pedra dura, tanto bate até que fura”.

Esperamos assim, oportunamente, ser recebidos pela Administração ou pela Direcção de Informação deste canal supostamente de todos os portugueses, para que a falar nos entendamos de facto e assim se cumpra a justiça.

De igual forma, esperamos ver sinais claros de mudança de atitude por parte desta estação televisiva, dando sinais disso mesmo com a presença e notícia condigna do nosso desfile do Dia de Portugal, 10 de Junho, às 16:30 horas na Praça do Príncipe Real, em Lisboa, para o qual contamos com a maior mobilização possível de todos os que desejam apoiar o PNR e vê-lo crescer. (PNR)

Estações de Correio "Encerrar! Encerrar! Encerrar!"

Os CTT já fecharam 60 estações de correios este ano, de acordo com dados fornecidos pela própria empresa, que não diz quantas ainda irão fechar.

Os CTT garantem que os locais para onde as estações, que são lojas próprias da empresa, são “transferidas” (os CTT usam a palavra “transferência” em vez de encerramento), terão também postos de correio, tendo sido criados 31 este ano, pelo que os habitantes não ficarão sem serviços na zona.

Mesmo assim, nas últimas semanas têm sido constantes os protestos das populações perante o encerramento de várias estações.

No total, os CTT possuem 689 estações de correios no país, mas não esclarecem quantas ainda irão fechar, por se tratar de um processo ainda em apreciação, segundo a empresa presidida por Francisco Lacerda.

Não obstante, o Sindicato Nacional dos Trabalhadores dos Correios e Telecomunicações diz que ainda haverá mais 70 encerramentos este ano, que fazem parte da estratégia de preparação para a privatização da empresa.

Além das estações, os CTT têm 1840 postos e 2529 balcões em todo o país.

Nos últimos anos os governos deste país têm de forma dolosa encerrado serviços atrás de serviços: estabelecimentos e serviços de saúde e de ensino, Finanças, esquadras de forças de segurança, etc., todos têm sofrido esta vaga de encerramentos. Os governos alegam motivos económicos, como se por exemplo a saúde ou a segurança pudessem estar ao sabor dos economicismos de pacotilha, que só visam esconder a natural propensão para não saber administrar. Noutros casos, como é o dos CTT, tudo se deve ao facto de o actual governo (não estando o governo anterior isento de culpas) ter negociado com o FMI e a UE a privatização da empresa, não acautelando os interesses das populações e hipotecando um importante serviço publico, seguramente para depois o vender a algum grupo económico do sector. Para melhor fazer o negócio (pois só tem vendido empresas que dão lucro), encerra balcões e lança no desemprego muitos trabalhadores. É a politica de terra queimada que nos é oferecida nos últimos anos.

Mais uma vez, o PNR reitera a sua posição: defendemos que os sectores fundamentais da nossa economia devem estar nas mãos do Estado, ainda que abertos a privados. Connosco os CTT ficariam realmente ao serviço dos portugueses. (PNR)

Quarta-feira, 29 de Maio de 2013

Protesto junto à RTP | E vão cinco!

A história repete-se a cada Domingo, sem desistências nem interrupções. Pela quinta vez consecutiva, um punhado de irredutíveis, que não se limitam a falar, mas antes a agir em conformidade, transforma as entradas e saídas de Sócrates na RTP num quebra-cabeças e num indiscutível incómodo para quem se habituou a que isto era tudo fácil e a impunidade não existia.

Numa constante rotatividade de presenças, e com caras novas que vão aparecendo a cada semana, mantém-se o nosso protesto de resistência, em nome da mais elementar justiça – termos voz na televisão pública – e da mais legítima indignação – demonstrarmos revolta face ao despudor da RTP e de Sócrates, com os seus comentários semanais.

Na entrada do recinto, Sócrates teve pessoas pelo caminho, mostrando cartazes com certas verdades. Mais uma vez, teve escolher a porta de saída, já que as três possíveis tinham elementos do PNR, num total de mais de vinte, optando desta feita pela saída “vip” onde, novamente, ouviu o que muitos pensam mas só nós dizemos (porque os outros ficam em casa) e viu dificultado o trajecto de arranque do seu potente automóvel topo de gama. (PNR)

Imigração | Os grandes grupos dizem sim, a Nação diz não!

Ricardo Salgado, presidente do BES, referiu na passada sexta-feira que uma das razões para a falta de mão-de-obra na região do Alqueva era o “facto” de que “os portugueses preferem ficar com o subsídio de desemprego”.

O sr. Salgado garantiu contudo que esse não será um problema pois “se os portugueses não querem trabalhar e preferem estar no subsídio de desemprego, há imigrantes que trabalham alegremente”.

Mais uma vez, os principais culpados da crise, os agiotas do capital não produtivo (ou seja, o sector bancário) insultam os trabalhadores portugueses e acenam com a falácia da imigração. O problema aqui não é os portugueses não quererem trabalhar, mas sim não quererem ser explorados. Com casas para pagar aos mesmos bancos a que as sanguessugas como o sr. Salgado presidem, há de facto salários a que os portugueses não podem sujeitar-se. Por outro lado, convém não esquecer que têm sido a própria banca e os municípios locais a “chumbar” cegamente o avanço de certos projectos que iriam gerar bastante emprego.

Para o PNR, a solução é simples: fomentem de uma vez por todas o crescimento e criem as condições necessárias para que as pessoas larguem as suas casas nas cidades e possam ir para o interior, que terão logo centenas de milhares de portugueses a candidatar-se aos postos de trabalho.

Fica provado que capitalismo e Capitalismo de Estado (comunismo) até nesta questão da imigração defende as mesmas bandeiras, e fica também provado que o sector bancário precisa de uma forte remodelação que o liberte destes traidores agiotas, pois os bancos devem estar acima de tudo ao serviço da Nação e não deste ou daquele bando de vampiros.

Só o PNR critica a imigração descontrolada e só o PNR defende os trabalhadores portugueses. Do outro lado barricada estão todos os partidos do sistema e o lóbi negreiro da imigração, chefiado pelos Ricardos Salgados deste país que, recorrendo à mesma, procuram chantagear e denegrir a imagem dos trabalhadores portugueses, vítimas da concorrência desleal da mão de obra barata imigrante, uma boa parte da qual vive de subsídios pagos por todos nós e em casas construídas com os nossos impostos, onde não paga rendas. (PNR)

Sexta-feira, 24 de Maio de 2013

Situação explosiva na Europa dá razão ao PNR

Perante o bárbaro assassinato de que foi vítima um jovem militar, esta tarde em Londres, e na sequência dos outros tumultos provocados recentemente também por imigrantes muçulmanos e seus descendentes em Paris e Estocolmo, o Partido Nacional Renovador (PNR):

> Salienta uma vez mais que a imigração descontrolada de não-europeus para a Europa, em lugar de dar razão aos que defendem a utopia do multiculturalismo, tem vindo a criar verdadeiros barris de pólvora, privando os povos europeus do elementar direito de viverem em liberdade e segurança nos seus países.

> Condena o comportamento cobarde e assassino destes grupos de bárbaros, que se comportam nos países que os acolheram como se fossem invasores.

> Culpabiliza as políticas de imigração verdadeiramente suicidas defendidas pelos políticos e intelectuais do “politicamente correcto”, inclusivamente jornalistas, pelas proporções que este tipo de acontecimentos está a atingir em vários países da Europa.

> Solidariza-se com aqueles que vêem a sua integridade física posta em causa por este pesadelo, nomeadamente com os polícias e os militares, mas sobretudo com os autóctones europeus que se vêem privados da liberdade nos seus próprios bairros, nomeadamente em Inglaterra, onde já existem casos em que a lei muçulmana (sharia) é imposta por grupos de imigrantes à revelia das leis locais.

> Insta os portugueses conscientes a juntarem-se ao PNR, o único partido que, em Portugal, defende a rigidez no controlo da entrada de cidadãos estrangeiros e a expulsão daqueles que se dedicarem à prática de crimes.

Comissão Política Nacional | 22 de Maio de 2013(PNR)

Quinta-feira, 23 de Maio de 2013

Mais uma vez na RTP

No passado Domingo, dia 19, lá estivemos novamente na RTP, neste protesto continuado contra a discriminação de tratamento de que somos alvo por parte da televisão pública que, em gritante contraste, dá voz semanal, em horário nobre, a um dos maiores responsáveis pela desgraça em que o país se encontra.

Já estamos habituados à passividade de tantos e tantos compatriotas que falam e reclamam muito mas que daí não passam, permitindo, com esse postura, a total impunidade desta gente que deveria ser caso de polícia e sentar-se no banco dos réus de um tribunal e não na tribuna da estação pública de televisão, em horário nobre, onde promovem a sua imagem jogando com o hipnotismo e falta de memória colectiva.

Mas como a nós não nos calam, nem apagam a memória, mais uma vez estivemos presentes na RTP, sem novidades assinaláveis nesta acção de resistência e continuidade e, mais uma vez, o Sr. Sócrates saiu do edifício sob um coro de apupos e “fugiu”, desta vez ainda dentro do imenso recinto da RTP, a alta velocidade, saindo por um terceiro portão de raríssima utilização.

Não lhe facilitaremos a vida! Parafraseando a expressão que o mesmo Sr. Sócrates utilizou na golpada feita sem referendo, nas costas dos Portugueses, de consumação do “Tratado de Lisboa”, também nós agora dizemos a esta sua dificuldade semanal: “porreiro pá!”

No próximo Domingo, há mais!(PNR)

Terça-feira, 21 de Maio de 2013

Co-adopção de crianças por casais homossexuais| Um retrocesso civilizacional

O projecto de lei que propunha a co-adopção por casais do mesmo sexo foi aprovado na passada sexta-feira no Parlamento, com 99 votos a favor, 94 votos contra e nove abstenções. Votaram 202 dos 230 deputados, tendo vários abandonaram o hemiciclo antes do início da votação.

Votaram a favor as bancadas do BE, PCP, PEV, a maioria dos deputados do PS e 16 deputados do PSD. Abstiveram-se três deputados do PS, três do PSD e três do CDS. E votaram contra a maioria dos deputados do PSD e do CDS, assim como dois deputados do PS.

Em primeiro lugar é preciso afirmar que, para além de constituir mais um brutal retrocesso civilizacional, esta medida em nada, mas mesmo em nada, defende os superiores interesses da criança.

Para já, numa adopção, visa encontrar-se uma família “nas melhores condições possíveis, para dar [à criança] uns pais substitutivos dos pais biológicos que perderam ou que são incapazes de exercer a paternidade e a maternidade”. No PNR, não “engolimos” a desculpa de que as crianças podem ser melhor tratadas por um casal homossexual do que por um casal heterossexual. Claro que podem, mas comprova-se estatisticamente que essas situações não constituem a regra geral.

Fazemos nossa a voz daqueles que consideram que é patente que toda a criança, na sua evolução para o estado adulto, necessita da complementaridade da masculinidade e feminilidade, que lhe dão, em primeiríssimo lugar, o pai e a mãe biológicos ou a família que os substitui.

Só um casal, constituído por uma mulher e um homem tem a estrutura antropológica objectiva para a educação harmoniosa de uma criança.

É também preciso dizer sem medos e sem receios que entre as parelhas homossexuais (nunca lhes chamaremos casais) a promiscuidade e violência e as separações são sobejamente superiores aos dos casais, colocando portanto a crianças num maior risco de traumas. São as estatísticas que o comprovam.

Sabíamos que estava na agenda da esquerda, do lobby gay e da Nova Ordem Mundial mais este ataque a um pilar da nossa civilização que é a Família, e que esta abertura vai dar lugar dentro em dias à aprovação plena da adopção. Começaram pelo “casamento homossexual”, agora vão para essa bizarria que é a co-adopção por “casais homossexuais”, dentro em breve quererão impor a adopção livre por parte de parelhas homossexuais, sempre à pala de uma esquerda cujo plano para nos impor o seu modelo de utopia passa pela destruição das Nações e da Família, mas que conta com o “beneplácito e conivência” de frouxos do PSD e do CDS, a quem foi concedida liberdade de voto. Para aqueles que acham que o CDS (sem nunca o ter afirmado peremptoriamente) defende o valor da Família mostram, uma vez mais, que andam enganados. Mas só porque querem.

Prova-se mais uma vez que as diferenças entre esquerda e direita, entre liberais, ou lá o que lhe quiserem chamar, e comunistas ou esquerdalhos é cada vez menor, não se percebendo muitas vezes onde acaba a agenda de uns e começa a de outros. Já existem um pouco por todo o mundo organizações que defendem a pedofilia. Estará para breve o aparecimento de “estudos” que a “corroborem” e a consideram normal e que, em nome da liberdade de expressão, vão fazer-nos aceitá-la? Essa mesma pedofilia à qual muitos desses esquerdalhos têm visto o seu nome ligado, tanto em Portugal como no estrangeiro? E o que virá depois? A legalização da necrofilia? Ou do canibalismo? Afinal de contas, para os defensores da libertinagem, tudo é relativo, todos os “desejos” do ser humano são “naturais”, logo todos os padrões morais que os limitem poderão muito bem começar a ser vistos como “conceitos retrógrados” e “coisas do passado”.

Está na altura de dizer basta: a Família tal como a temos conhecido até aqui, é comprovadamente um dos principais pilares da sociedade em que vivemos, e as crianças precisam de ser protegidas e os seus interesses acautelados.

O PNR defende abertamente a Vida e a Família sem quaisquer rodeios, contrariamente os partidos do sistema, adeptos da cultura da morte ou coniventes com a mesma e reféns de lóbis que querem destruir a nossa identidade e civilização.

Aos que querem de facto ver a sobrevivência destes valores, deixamos pois um apelo: abram os olhos e juntem-se a nós! (PNR)

Leituras complementares:

http://noticias.gospelprime.com.br/pesquisa-revela-os-perigos-de-familias-gays/

http://www.sciencedirect.com/science/article/pii/S0049089X12000610

http://www.tvi24.iol.pt/sociedade/pedofilia-serzedelo-bertone-homossexualidade-igreja-tvi24pt/1154471-4071.html

http://cigpapers.wordpress.com/2013/04/29/report-pedophilia-more-common-among-gays/)

Segunda-feira, 20 de Maio de 2013

Olivença, é uma Terra Portuguesa !

Em 20 de Maio de 1801, Olivença foi ocupada militarmente pelos exércitos de Espanha.

Teve nesse dia início e prossegue desde então a espanholização de um território onde, desde sempre, florescera a Cultura portuguesa.

Escondeu-se aos oliventinos a sua História, amesquinhou-se a sua Cultura, castelhanizaram-se os nomes, menorizou-se a Língua portuguesa.

Portugal e a Cultura portuguesa defrontam-se com a perda e o sequestro de uma parte de si. A Língua de Camões - a Pátria de Fernando Pessoa! - encontra-se diminuída na sua universalidade. Aqui, à nossa beira, em Olivença.

Em contraponto, também hoje, comemora-se o décimo aniversário da República Democrática de Timor Leste, proclamada em 20 de Maio de 2002. No outro lado do Mundo, os Timorenses reencontraram a sua identidade cultural e política.

Sinal e esperança de que também Olivença obterá Justiça, resgatando a sua História e dignificando a consigna que de Portugal recebeu: «Nobre, Leal e Notável Vila de Olivença»!

Hoje e sempre, o que de Olivença se vê e alcança são Terras de Portugal. Neste 20 de Maio de 2013, guardemos no coração Olivença e os oliventinos. (Texto: Grupo dos Amigos de Olivença)

10 de Junho de 2013

Aproxima-se o 10 de Junho, Dia de Portugal, e novamente o PNR marcará presença na rua, sendo, como sempre, o único partido político a fazê-lo, o que não deixa de ser sintomático.

Nesta data festiva celebramos a Pátria, mas também a alternativa e a esperança nesta hora tão negra da nossa existência enquanto Nação.

Sabemos que a luta é dura e a situação extremamente adversa, mas sabemo-nos portadores de uma ideologia, de uma coragem e de uma força que não se extinguem. Transportamos a Chama da esperança e a mensagem da alternativa Nacionalista que se afirmará mais tarde ou mais cedo.

No próximo dia 10 de Junho, convocamos todos os Nacionalistas e Patriotas a marcarem presença na manifestação do PNR, considerando esse acto um imperativo em nome daquilo que defendemos e acreditamos.

Assim, contamos com a presença de todos, suas famílias e amigos, no dia 10 Junho às 16:30 horas, na Praça do príncipe Real, em Lisboa, para descermos até aos Restauradores.

Portugal precisa do PNR, mas o PNR precisa de si. Não falte! (PNR)

Quinta-feira, 16 de Maio de 2013

Em queda livre

O PIB baixou mais 3,9%! Outro “beneficio” de mais um governo que se governa muito bem, mas não sabe governar. A bola de neve não pára de crescer numa espiral negativa. Menos produção significa menos trabalho, menos trabalho significa menos poder de compra, e ambos significam mais empresas encerradas, mais dívidas, mais subsídios, menos impostos. No entanto, o governo PSD/CDS insiste na mentira, nas declarações contraditórias dos seus ministros (onde um diz que é preto e outro que é branco), para depois, em tons cinzentos, nos tentar convencer de que estavam a dizer a mesma coisa. Estão contra a TSU nas reformas, mas ela vai avançar, não vão despedir funcionários públicos, mas estão a tomar medidas para o fazer. O desnorte é tanto que até as poupanças que muitos amealharam no banco estão a ser alvo da cobiça deste governo. Tudo é feito para ajudar os culpados da crise, e são os assalariados e os pequenos e médios empresários que a estão pagar, uma vez que as grandes empresas já deslocalizaram as suas sedes para paraísos fiscais ou para zonas onde os impostos são mais baixos.

O país definha, mas as gorduras tardam em ser cortadas, com o Ministro Portas a escapar entre os pingos de chuva, o Ministro Gaspar a mandar no país, o Primeiro-Ministro Passos como mero porta-voz e um Presidente da República que não dá cavaco a ninguém, adormecido e colaborante com um dos piores governos que este país já conheceu, bem ao nível do anterior e dos piores da 1.ª Republica, de tão má memória.

A par disto, temos no Parlamento uma oposição que não apresenta soluções realistas e que muitas vezes, nas questões fracturantes, é a guarda pretoriana (uma espécie de KGB) do sistema, acompanhada por uma comunicação social que suporta toda a mentira e só tem olhos para quem não põe em causa o sistema. Quer uma quer a outra, são também pilares deste regime que nasceu torto e que jamais se endireitará.

Nesta altura do campeonato, só existem dois lados da barricada: o do sistema com os seus apoiantes incondicionais, mesmo com alguns críticos mas que o fazem em defesa da dama, e os nacionalistas empenhados em mostrar a diferença, com soluções para os problemas, mas a quem é negado o acesso as meios de comunicação, não vá o povo perceber de que lado está a razão e, depois, lá se acaba o tacho de quem prospera nesta imundície.

Cabe aos nacionalistas, herdeiros das tradições guerreiras dos nossos Antepassados, lutar por um Portugal Nacional e Social. Só nós somos a solução e, por mais que o sistema nos persiga e nos tente calar, não pára o nosso crescimento. Certos de que a vitória pode tardar mas será nossa, fazemos nossas as causas justas do nosso povo.(PNR)

Terça-feira, 14 de Maio de 2013

PNR levou a cabo o terceiro protesto contra a RTP

Pela terceira vez, o PNR esteve nas portas das instalações da RTP para protestar contra o boicote mediático por parte de televisão paga com os nossos impostos, mas ao serviço exclusivo do sistema e, simultaneamente, receber e despedir-se do comentador José Sócrates (em protesto contra o tempo de antena que lhe é dado e que contrasta gritantemente com o silenciamento de que todas as nossas campanhas têm sido alvo).

Nada de novo a assinalar que mereça especial destaque: esta nossa acção é de envergadura, requerendo persistência e paciência.

Continuamos à espera que a administração da RTP responda à nossa carta e, sobretudo, continuamos à espera que tenham dignidade e cumpram com o seu objectivo estatutário.

Esta terceira iniciativa contou com mais presenças de apoiantes, mantendo-se mais de uma dúzia de pessoas em cada porta, visto nunca se saber, no meio de manobras de diversão e de tanto policiamento, por onde entra ou sai o nosso “digníssimo” ex-Primeiro Ministro.

De assinalar que o reforço policial é cada vez maior, garantindo que tão ilustre figura não seja incomodada por quem se desinstala, dando corpo à sua indignação, numa atitude de sacrifício continuado e coerência, bem contrário ao desabafo empolgado de muitos que falam com “garra e coragem de respeito” mas não mexem uma palha para agir de facto.

Não deixa de ser curioso, também, o coro de protestos que se juntou ao nosso na hora da saída de José Sócrates, pela primeira vez, mas desta vez vindo dos prédios do outro lado da avenida.

A impunidade tem-se instalado em Portugal por culpa da passividade de quase todos, mas será bom que a RTP e Sócrates se habituem a que, pelo menos, todas as semanas terão que ter o cerco policial às instalações porque nós continuamos a marcar presença e convidamos a que as pessoas com coragem e generosidade nos acompanhem neste acto de simbolismo.

Quanto aos agentes da polícia, nada têm a temer: ao contrário da extrema-esquerda e dos “anónimos” cobardemente mascarados e encapuzados, aqui todos damos a cara e ninguém das nossas fileiras pretende agredi-los à pedrada.

No próximo Domingo, dia 19, lá estaremos novamente e faremos a entrega de uma segunda carta à RTP. Quem sabe se o próprio Sócrates não a levará em mão “por especial favor” já que o gabinete de relações públicas da televisão de “todos” os portugueses se recusa a recebê-la em mão.(PNR)

Sexta-feira, 10 de Maio de 2013

Passos Coelho promove islamização da Europa

O Primeiro-Ministro português defendeu esta semana a aceleração do processo de adesão da Turquia à União Europeia, fazendo votos para que a visita do presidente do Conselho Europeu a Ancara desse novo impulso às negociações.

Ao lado do presidente turco, na residência oficial de S. Bento, Passos Coelho declarou: «Acreditamos de forma convicta, que a aceleração destas negociações traria uma boa notícia, não apenas para os cidadãos turcos, mas também para os cidadãos europeus».

Para o PNR, estas afirmações fantasiosas denotam um total alheamento da realidade e, sobretudo, uma tentativa de ludibriar os mais incautos acerca de uma adesão que teria consequências catastróficas para a Europa.

Ao longo dos séculos, a Turquia islâmica sempre foi uma nação com ambições expansionistas e inimiga da Europa. Apenas 3% do seu território se situa no continente europeu, encontrando-se a restante parte na Ásia. A Turquia, com 99% de população muçulmana, nem sequer faz parte da cultura ocidental.

A liberdade de expressão é praticamente inexistente: o artigo 301.º do seu código penal introduziu a noção de «insulto à nação turca», visando condenar quem questionar o tema do genocídio arménio, perpetrado durante a 1.ª Guerra Mundial pelo exército otomano, ou a discriminação de minorias étnicas e religiosas, nomeadamente a cristã.

Ancara persiste em recusar o reconhecimento da pertença de Chipre à União Europeia, ilha cuja parte Norte ocupa, no seguimento de uma invasão militar.

Nas prisões turcas, o recurso à tortura faz parte do quotidiano. O país jamais ratificou a carta das Nações Unidas contra esta prática abominável.

A situação interna da Turquia é instável, sobretudo a partir da chegada ao poder dos islamitas do partido AKP em 2002. As crises governamentais sucedem-se, a par dos rumores de golpe de estado militar.

Por seu turno, multiplicam-se os ataques aéreos da aviação turca a países vizinhos que abrigam bases dos independentistas curdos.

Caso vingassem as pretensões mundialistas de a colocar na União Europeia, o peso demográfico da Turquia permitir-lhe-ia, por si só, dominar a Europa. Daqui a pouco mais de 20 anos, os estimados 100 milhões de turcos seriam considerados cidadãos europeus com pleno direito de voto, contariam com cerca de 90 eurodeputados e um dos maiores exércitos.

A liberdade de circulação na União Europeia provocaria uma emigração massiva de turcos rumo aos países membros mais prósperos e potenciaria o incremento do terrorismo islâmico em solo europeu.

Os ensejos de Passos Coelho em acolher a Turquia no seio da União Europeia contribuiriam para a islamização crescente do chamado Velho Continente, e constituiria uma porta de entrada para os milhões de Turcomenos oriundos das repúblicas da ex-URSS e da Ásia Central, que optariam pela nacionalidade turca, visando o tão almejado mercado de trabalho europeu.

Maior fornecedor de heroína para a Europa, a Turquia seria uma porta aberta ao tráfico de droga, a par da entrada de contrafacções e do tráfico humano.

Caso a Turquia fosse admitida na União Europeia, que argumentos poderiam ser invocados para recusar a admissão de outras nações não-europeias como Marrocos, Argélia, Cabo Verde, etc.?

Em suma, a Turquia não é um país europeu, do ponto de vista geográfico, civilizacional, cultural ou étnico.

Considerando que a Europa deve manter-se fiel às suas raízes e identidade próprias, o Partido Nacional Renovador defende pois que cessem de imediato as negociações com vista à integração da Turquia muçulmana na União Europeia. Imperativos económicos promovidos por lóbis obscuros, jamais poderão justificar a aniquilação do nosso espaço civilizacional milenar.(PNR)

Quinta-feira, 9 de Maio de 2013

“Lei das Sementes” | PNR congratula-se com alterações impostas ao projecto da Comissão Europeia

Tendo em conta os recuos de última hora efectuados pela Comissão Europeia na sua proposta para a chamada “Lei das Sementes”, recuos esses que são sem dúvida fruto da activa oposição à referida Lei por parte de inúmeros cidadãos e associações de toda a Europa, o Partido Nacional Renovador (PNR):

Congratula-se com os recuos que a Comissão Europeia se viu obrigada a fazer, que abrem as portas à salvaguarda dos interesses dos pequenos agricultores;

Continua a considerar este tipo de legislação um completo absurdo, na medida em que, em nome de uma suposta segurança alimentar, impõe excessos de regulamentação e fecha as portas à inovação e à liberdade de escolha e de produção;

Saúda todas as organizações portuguesas e estrangeiras (nacionalistas ou não) que têm estado envolvidas no combate a mais esta tentativa de sovietização da União Europeia;

Alerta para a necessidade de se continuar a lutar contra a referida Lei, agora que o destino da mesma está nas mãos do Parlamento Europeu, para que os estragos provocados por mais esta tentativa de imposição ditatorial da Comissão Europeia possam, pelo menos, ser minimizados;

Lamenta o silêncio ensurdecedor, quanto a esta questão, de partidos autodenominados ecologistas e ambientalistas (caso dos Verdes, MPT e PAN), bem como do CDS-PP, que tanto gosta de se arvorar demagogicamente em defensor dos agricultores quando chegam os períodos de campanha eleitoral.

Comissão Política Nacional | 8 de Maio de 2013

Quarta-feira, 8 de Maio de 2013

Bloco de extrema-esquerda luta em prol de estupefacientes

Enquanto o país atravessa uma das piores crises da sua história, a esquerda, auto-intitulada de 'salvação patriótica', continua a entreter o povo com medidas desnecessárias, desadequadas e perigosas para os portugueses.
De mãos dadas com os nossos sucessivos desgovernos, a esquerda faz o seu trabalho: desvia a atenção do que é essencial e foca a sua luta no acessório, entretendo os portugueses.
É imperioso estarmos atentos e não permitir que se desvirtue a nossa sociedade, é urgente proteger a nossa juventude destas neo-salas de chuto!

Terça-feira, 7 de Maio de 2013

PNR voltou à RTP em protesto

O PNR voltou a protestar, junto das instalações da RTP, durante a intervenção do novel comentador, José Sócrates, reeditando, desta forma, o protesto de há 15 dias.

Mais de uma vintena de apoiantes, divididos entre as duas entradas, voltaram a marcar presença, em sinal de protesto contra o silenciamento revoltante que a estação de televisão pública faz ao PNR.

As alegadas promoção do debate alargado e informação de confiança, que esta televisão, paga com os nossos impostos, tanto ostenta e propaga, não passam de hipocrisia e mentira. A RTP é uma vergonha! Não é isenta, não cumpre com as finalidades a que se propõe estatutariamente, é sectária e pratica discriminação ao PNR.

Novamente, dirigentes do PNR solicitaram ser recebidos por alguém responsável da empresa, esbarrando novamente com uma blindagem total, apenas equiparada ao aparato policial que “defendia” as instalações e o comentador Sócrates de… pouco mais de uma vintena de pessoas em protesto pacífico.

Não há dúvida que bastam uns poucos de nós para incomodarmos os senhores da situação. Basta ver o jogo de escondidas e as manobras de diversão que envolvem a chegada e sobretudo a saída de José Sócrates das instalações da RTP. Qualquer que seja a porta de saída que escolha, tem que tropeçar em nacionalistas, que, afinal, são os únicos que manifestam a indignação partilhada por centenas de milhares de compatriotas, fazendo-o sair sempre a uma velocidade que, por certo, daria multa a um comum cidadão. Não obstante o arranque do potente Mercedes topo de gama, o Presidente do PNR, José Pinto-Coelho, tentou colocar-se no caminho do carro, pretendendo apenas falar com o comentador televisivo, sendo prontamente impedido por um agente da polícia que o retirou do caminho.

É absolutamente chocante que o serviço público de informação seja cego, surdo e mudo, perante um partido com actividade constante como o nosso, com acções de rua e tomadas de posição frequentes, sempre comunicados à RTP, censurando a nossa mensagem e a nossa existência. Ao menos respondessem à carta que lhes endereçámos no passado dia 21 de Abril, pois todo o cidadão ou entidade colectiva têm direito a ver as suas questões esclarecidas.

Insistem em esconder aos portugueses a existência da alternativa nacionalista por manifesto medo de que os seus “tachos” acabem. Insistem em apresentar aos portugueses mais do mesmo, como se não houvesse vida para lá dos cinco partidos parlamentares. Insistem em dar voz apenas a pessoas poderosas e influentes no sistema, como é o caso de José Sócrates.

Mas, se tal sucede, dá que pensar por que motivo estas coisas são toleradas… Não é verdade que se assistiu a uma onda de “revolta” nas redes sociais e nas mesas de café, quando foi anunciado o comentário semanal de José Sócrates? Não é legítima a indignação de uma considerável parte da sociedade ao ter que ver um dos maiores responsáveis pela pilhagem do erário público entrar-nos agora, semanalmente, porta dentro, numa óbvia lavagem de imagem e de cérebro? Então, afinal, onde estão todas essas pessoas? Pois… é fácil reclamar-se quando isso não implica qualquer esforço ou consequência. Isso explica por que motivo os poderosos do regime continuam impunemente e deter o poder: porque jogam com a cumplicidade de muitos portugueses e com a passividade de muitos outros.

Mas, com o PNR, as coisas não se passam dessa forma. Nós não viramos as costas à luta. Somos consequentes e coerentes, lutando com esforço e sacrifício, na medida das nossas possibilidades. Nós não nos limitamos ao activismo de sofá ou de mesa de café e saímos. Isso é claro e eles sabem disso. Por isso, temem-nos.

E temos toda a razão e toda a legitimidade numa luta por fazermos cumprir aquilo que é da mais elementar justiça. Temos que fazer valer os nossos direitos. Temos que manifestar a nossa indignação perante a hipocrisia deste sistema e da “sua” televisão. E, como temos coragem e determinação, ninguém cala a nossa voz!

No próximo Domingo, dia 12, lá estaremos novamente! (PNR)

Sexta-feira, 3 de Maio de 2013

Comunicado de imprensa | PNR a favor dos agricultores contra a “Lei das Sementes” de Bruxelas

Perante a iminente aprovação da escandalosa nova lei para a comercialização de sementes, que a Comissão Europeia pretende impor aos países da União Europeia (UE), o Partido Nacional Renovador (PNR) não pode deixar de:

- Protestar uma vez mais contra a crescente transformação da UE numa ditadura de Bruxelas sobre os países que constituem a União Europeia.

- Denunciar o facto de esta ser a primeira lei que veda o acesso às sementes para a produção local de alimentos, obrigando agora os pequenos agricultores (mesmo os mais pobres) a comprar as suas sementes ano após ano.

- Alertar para o risco adicional de os agricultores poderem ver os custos de produção subir devido à existência de patentes sobre as sementes (que se encontram já nas mãos de meia-dúzia de empresas multinacionais).

- Considerar que, ao banir efectivamente dezenas de milhar de variedades de sementes tradicionais, a nova lei ameaça directamente a nossa agro-biodiversidade, a nossa soberania alimentar e até mesmo a nossa segurança alimentar.

- Saudar, neste contexto específico, todas as organizações ambientalistas e de produtores (independentemente do seu cariz ideológico) que, por toda a Europa, têm lutado contra esta Lei, destacando a campanha conjunta levada a cabo em Portugal pela plataforma constituída por CNA, Campo Aberto, GAIA, MPI, PTF e Quercus.

- Solidarizar-se com os pequenos agricultores e salientar uma vez mais que, para o PNR, a defesa intransigente da pequena produção local é uma das soluções para uma sociedade mais justa, saudável, enraizada e livre, face ao jugo que as forças globalizadoras querem impor aos diferentes povos.

Comissão Política Nacional | 3 de Maio de 2013

PNR em Aveiro | Dia do Trabalho Nacional

Este ano, o PNR escolheu a lindíssima cidade de Aveiro para comemorar o 1ª de Maio, ao qual chamamos Dia do Trabalho Nacional, evocando, dessa forma, todos os agentes do trabalho e da produção nacional, já que todos eles são fundamentais para o progresso e desenvolvimento nacional.

Seguindo a tradição de celebrar esta data sempre em locais distintos, o PNR acrescentou Aveiro às Caldas da Rainha, Lisboa, Faro, Coimbra, e Setúbal, cidades onde já o havia feito.

O Norte merece conhecer mais de perto a mensagem do PNR, e Aveiro em concreto também o merecia. Importa reforçarmos o trabalho e batalhar pelo crescimento neste distrito, que quase duplicou a votação no PNR entre 2009 e 2011 e onde se vislumbra nova subida eleitoral expressiva.

Acresceu ao motivo da escolha de Aveiro para palco da nossa acção o facto de termos decidido apresentar uma lista concorrente à sua Câmara Municipal nas Eleições Autárquicas deste ano, sendo Vítor Ramalho o nosso candidato, que anunciou ontem a sua candidatura em primeira mão.

Às 15:00 horas foi feita uma distribuição de folhetos alusivos ao tema do trabalho e da produção nacional, pelas ruas do centro histórico da cidade. Nesta acção, mais uma vez se comprova o quase total desconhecimento das pessoas em relação ao PNR e a imensa desconfiança com que olham os partidos e a política.

Às 16:30 horas desfilámos desde a estação da CP até ao fim da Av. Dr. Loureço Peixinho, local onde foram proferidos os discursos de Vítor Ramalho, responsável do PNR-Norte e, agora também, candidato à Câmara Municipal de Aveiro, e de José Pinto-Coelho, Presidente do Partido. No final, cantou-se o Hino Nacional e deu-se o acto por encerrado, embora tivessem continuado ainda os contactos com populares e a distribuição de propaganda.(PNR)

Terça-feira, 30 de Abril de 2013

PNR esteve na Ovibeja

O PNR marcou presença oficial na 30ª edição da grande feira agrária “Ovibeja”, fazendo campanha política em favor da produção nacional, do sector primário da actividade económica e dos problemas da desertificação do interior.

Agradecemos à Associação de Agricultores do Sul (ACOS), organizadora da feira, a forma acolhedora e disponível com que nos receberam e congratulamo-nos com a pujança e organização desta feira tão importante para a região de Beja e do Alentejo.

Entrevistado pela imprensa local, o Presidente do Partido realçou a importância de políticas que relancem a agricultura, pecuária, pescas e indústria, por forma a vencermos a crise e a combatermos a desertificação do interior do país.

O PNR tem vindo a registar um crescimento interno no distrito de Beja, sob a coordenação de Francisco Faria, que será o cabeça de lista nas Legislativas para este distrito, visto que para estas Autárquicas ainda não estão reunidas as condições necessárias para irmos a votos. Tendo o distrito de Beja registado uma subida eleitoral assinalável do PNR entre 2009 e 2011, que o coloca percentualmente acima da média nacional conseguida pelo nosso Partido, e estando a haver um trabalho continuando de divulgação, acreditamos num claro reforço do nosso número de votantes nas próximas Eleições Legislativas. Estamos a trabalhar para esse objectivo, relativamente ao qual estamos optimistas, até mesmo por que se sente uma crescente simpatia pelo nosso ideário no contacto com a população.

Uma vintena de militantes esteve durante várias horas no recinto da feira, conversando com as pessoas que visitaram a Ovibeja, bem como com responsáveis de diversos expositores. Milhares de folhetos foram distribuídos dentro do recinto e nas ruas circundantes, divulgando o PNR e alguns tópicos de propostas políticas, com especial incidência no distrito de Beja.

A intervenção política que nos é negada pelos “grande órgãos” da comunicação social dita “livre” tem que ser feita, gota a gota, com esforço e sacrifício exigente aos nossos militantes, procurando, desta forma, vencer uma luta profundamente desigual.

A jornada terminou em ambiente de convívio promovido pelo dirigente do PNR-Beja, Francisco Faria, ao abrir-nos amavelmente as portas de sua casa. (PNR)

Terça-feira, 23 de Abril de 2013

Acção de Protesto do PNR na RTP

O PNR levou a cabo uma acção de protesto, junto à RTP, no dia 21 de Abril, contra a discriminação de que é alvo por parte deste canal público. Esta acção realizou-se à hora em que José Sócrates beneficia de tempo de antena em horário nobre, pretendendo o PNR realçar assim o contraste entre a censura que lhe é imposta e a pouca-vergonha de se dar voz semanal em horário de luxo a um dos maiores responsáveis pelo desastre nacional, que só mesmo um estado de corrupção generalizado e o poder da maçonaria explicam que ainda não esteja sentado no banco dos réus.

Assim, juntando-se dois propósitos numa só acção, 25 apoiantes do PNR demonstraram a sua vontade de fazer-se ouvir e lutar de facto, ao contrário de tantos que se dizem indignados com o papaguear do sujeito mas são incapazes de o demonstrar na prática. O sistema agradece a passividade.

Mas, da parte do PNR e dos seus activistas, não contem com isso! Não podemos admitir que uma estação de televisão, paga com os nossos impostos, tenha esse tipo de comportamento indigno: violar o objectivo da sua própria razão de ser, por um lado (mostrando cobardemente medo de dar voz ao nacionalismo) e, por outro lado, ofender grande parte dos portugueses, concedendo ao Sr. Sócrates reiteradas oportunidades de debitar os maiores dislates (ainda por cima sem qualquer contraditório).

Quisemos entregar uma carta à Direcção da RTP, mas a blindagem e a deselegância da parte dos destinatários da mesma, que se recusaram inclusivamente a recebê-la, levaram a que dois dirigentes nossos entrassem no perímetro da RTP, em forma de protesto indignado antes de nos resignarmos a proceder à sua entrega a um funcionário da empresa de segurança.

Detidos pela polícia armada até aos dentes (se calhar pensavam que nós somos arruaceiros, como aqueles que a RTP protege e publicita em certas manifestações), tal “infracção” motivou a identificação desses mesmos dirigentes do PNR, provavelmente para posterior instauração de um processo judicial. Enfim, o regime vigente e o seu órgão oficial de propaganda (a RTP) usam contra nós aquela censura e aquela intimidação que, erradamente, nos acusam de querermos fomentar. Há na RTP e nas chefias policiais parasitas detentores de cargos de nomeação política que sabem que os seus tachos acabarão no dia em que tivermos voz. O receio do nosso evidente crescimento, que eles demonstram através da repressão que sobre nós exercem, comprova que já tremem que nem perus amedrontados e que estamos no caminho certo.

Ficámos à espera da saída de José Sócrates que, na entrada, em vez de recorrer à porta principal, onde estávamos, nos evitou como quem joga ao gato e ao rato. Assim, à saída, dividimo-nos em dois grupos ficando cada um num dos portões do recinto, mas o pânico do Sr. Sócrates e a subserviência da RTP ao serviço de uns quantos, levaram a que fosse feita uma manobra de diversão junto a um terceiro portão, de recurso, obrigando-nos a novo desdobramento.

Por fim, o Mercedes topo de gama, novinho em folha, com vidros totalmente pretos, lá saiu muito rapidamente pelo portão mais fortemente policiado. Foi tão rápida a saída que apenas permitiu que o figurão ouvisse uns piropos que lhe foram gritados, sendo caso para dizer que a polícia, fortemente presente, deixou escapar o bandido mesmo nas nossas barbas.

A luta corajosa do PNR na exigência dos mais elementares direitos não vai parar. Sintam-se convidados a participar todos os Portugueses cuja coragem e coerência lhes permitam passar das palavras aos actos.(PNR)

Segunda-feira, 22 de Abril de 2013

Pedido de esclarecimentos à RTP | Carta do PNR

À Direcção da RTP

Lisboa, 21 de Abril de 2013

Exmos. Senhores,

Vem o Partido Nacional Renovador (PNR), por este meio, expor o seu desagrado e indignação pelo tratamento discriminatório de que é alvo, por vossa parte, e solicita a V.Exas um esclarecimento urgente acerca das questões que se seguem. A saber:

1 – Sendo a RTP um canal de televisão de serviço público, pago com os nossos impostos, não seria de esperar da vossa parte uma abertura e isenção no tratamento noticioso e não uma atitude de discriminação? Ora, sendo o PNR um partido com permanente actividade e com sistemáticas tomadas de posição sobre os mais variados assuntos, organizando regularmente acções de rua e comunicando-as sempre à RTP, não vê eco algum dessa situação, ao contrário daquilo que seria de esperar;

2 – Sucede que, inúmeras vezes, perante um comunicado de alguma acção por nossa parte, somos posteriormente contactados pelo vosso “serviço de agenda” no sentido de obterem confirmação dos dados sobre ela, tornando-se assim caricato que tenham essa “atenção” se depois se verifica sistematicamente a vossa ausência;

3 – Por outro lado, já têm acontecido situações nas quais a RTP esteve presente nos nossos eventos, fazendo a sua cobertura, acompanhando-nos e colhendo entrevistas do nosso Presidente e depois nada editou ou noticiou. Tais situações, de emprego de recursos humanos e meios técnicos, afinal de contas, em vão, configuram não só uma óbvia censura, como um desperdício na gestão do dinheiro do erário público;

4 – Sendo que, além das acções que realizamos, vos enviamos regularmente nota de tomadas de posição sobre política quotidiana e, sendo o PNR um partido com um discurso singular, em diversos temas, no espectro político nacional, não seria de esperar que, ao menos em nota de rodapé, tais opiniões fossem veiculadas?

5 – São objectivos da RTP, entre outros, expressamente: “combater a uniformização da oferta televisiva, através de programação efectivamente diversificada, alternativa, criativa e não determinada por objectivos comerciais; proporcionar uma informação isenta, rigorosa, plural e contextualizada, que garanta a cobertura noticiosa dos principais acontecimentos nacionais e internacionais; assegurar a possibilidade de expressão e confronto das diversas correntes de opinião, designadamente de natureza política, religiosa e cultural”. Ora no tratamento dado ao PNR, tal não se verifica de modo algum, sendo que a realidade da discriminação e censura desmentem de forma lapidar a ética explanada nos objectivos do canal público de televisão.

Expostos estes factos, pretende o PNR, por um lado, demonstrar a sua clara indignação e revolta face à injustiça de que somos vítimas por via do bloqueio a que a televisão pública nos faz e, por outro, esperar uma explicação para esta discriminação recorrente.

Entendemos que tal silenciamento da RTP representa uma censura ao PNR, um desrespeito pelos Portugueses que têm o direito à informação e uma clara violação ética e deontológica do objecto da vossa própria missão.

Assim, e não tolerando sequer argumentos de critérios editoriais que, por parte de uma estação pública seriam no mínimo ofensivos, aguardamos as vossas explicações e esperamos uma drástica mudança de atitude que repare a presente situação de injustiça.

Não estamos a pedir favor algum ou regime de excepção, mas antes a exigir o que é da mais elementar justiça: que a televisão paga com o nosso dinheiro cumpra bem o objectivo para o qual está destinada, respeite os contribuintes e acate o disposto na Lei.

Sem outro assunto, apresentamos cumprimentos,

Pela Comissão Política Nacional do Partido Nacional Renovador

José Pinto-Coelho

Sexta-feira, 19 de Abril de 2013

Empresas privadas escolhidas para assessorar processos de concessão de transportes

Continua o esbanjamento de dinheiros públicos....

A Abreu Advogados foi a sociedade escolhida para assessorar juridicamente a Transportes Colectivos do Porto (STCP) no processo de concessão da empresa, enquanto a PLMJ será a responsável por prestar apoio jurídico na venda das concessões da Metro de Lisboa e da Carris. Os modelos de concessão a aplicar encontram-se ainda a ser debatidos.

De acordo com o jornal Público, o executivo pretende concessionar ainda este ano a STCP. Destino semelhante terá a Metro do Porto (que se fundiu com a STCP), ainda que neste caso não haja tanta pressa uma vez que já existe um contrato de subconcessão com a Via Porto, o qual só termina em 2014.

Têm decorrido algumas reuniões para debater a venda das concessões, contudo o modelo final não está ainda definido. O plano inicial do Governo era arrancar com o período de consultas ao mercado em março, mas por enquanto isso ainda não aconteceu.

No entanto, quer no caso da STCP e da Metro do Porto, quer no da Carris e da Metro de Lisboa a operação deverá ser concessionada em separado.

Em Lisboa, a Metro de Lisboa e a Carris já foram fundidas mas ainda não foi definido qual o modelo de concessão.

A consultoria financeira ficará a cargo da PWC no caso da STCP e da Roland Berger no caso da Metro de Lisboa e da Carris.

Fonte: Público

Grupo que sucedeu à ex-dona do BPN factura milhões no SNS

A Galilei, entidade que sucedeu à SLN (ex-dona do BPN), já cobrou ao Serviço Nacional de Saúde mais de 50 milhões de euros em contratos públicos.

O negócio mantém-se apesar da dívida, superior a 1,5 mil milhões de euros, que o Tesouro atribui àquela holding e aos seus accionistas de referência, em créditos e activos tóxicos, destaca a revista Visão na edição desta semana.

A publicação - cita informação do gabinete do ministro da Saúde, Paulo Macedo – afirma que o SNS pagou, em 2011 e 2012, no âmbito dos cuidados primários (Unidades de Saúde Familiar/Centros de Saúde), perto de 5 milhões à IMI e à Cedima, clínicas de exames complementares de diagnóstico detidas a 100% pela Galilei, que as herdou da SLN.

Mas segundo fontes que a revista considera absolutamente fidedignas, a Galilei tem mais 46,5 milhões em contratos hospitalares públicos, que até incluem uma PPP e a gestão de um Serviço de Imagiologia.(D.D)

Quinta-feira, 18 de Abril de 2013

Do Presidente do PNR aos Nacionalistas | Abril de 2013

Chegados a mais um mês de Abril, não pode deixar de me acorrer à cabeça, de modo especial, o Regime imposto neste mês, já lá vão 39 anos, e o cenário surrealista em que transformou a nossa Pátria.

Diria que somos afligidos por dois grandes males: a ameaça à Identidade, não só por via dos malefícios da Globalização, mas também pela ausência de investimento numa cultura genuinamente portuguesa e pela imigração invasora; e a ameaça à soberania, por via da ruína económica e do mundialismo. Mas esses dois males são culpa da classe dirigente que nos tem desgovernado ao longo destas décadas, bem como de milhões de Portugueses que são cúmplices dos erros dos governantes.

As promessas de Abril, que iludiram os incautos, afinal de contas não só falharam, uma a uma, como nos atiraram para um beco de dificílima saída. Primeiro, por via dos anos do PREC e do domínio da extrema-esquerda e comunistas, que arrasaram as estruturas produtivas e sociais deste país, e depois pelas políticas dos dirigentes neo-liberais, tecnocratas e eurocratas que entregaram o que somos e o que temos ao livre arbítrio estrangeiro. Só mesmo a apatia e alienação de muitos e muitos portugueses explica o estado de desgraça em que estamos mergulhados e a total impunidade e liberdade de movimentos desta classe dirigente, principal responsável pela situação.

Não é normal o genocídio moral, económico e nacional a que dirigentes sem escrúpulos votam este país, cavalgando a letargia colectiva que eles mesmos fomentaram para agirem à vontade, e assim recolherem benefícios pessoais e sectários.

É assim o país actual, surreal, de pernas para o ar, onde o incrível e o grotesco tomaram o lugar do sensato, avisado e natural.

Só o surrealismo, o masoquismo e o espírito suicidário, “explicam” termos um Sócrates a debitar enormidades em tempos de antena de luxo, sentado num estúdio da televisão pública, quando devia era estar sentado no banco de um Tribunal.

Só esse estado doentio da nação explica que as nossas reservas de petróleo estejam na Alemanha e as de gás em Espanha.

Só esta loucura demente, explica que o tão propalado espírito empreendedor seja castrado por uma burocracia indescritível que suga milhões, em dinheiro, e anos, em tempo, a quem se aventure a arriscar qualquer negócio.

Só a sofreguidão cega de um Estado triturador, o faz cair em cima de tudo o que mexe, penhorar para vender ao desbarato e utilizar a Polícia no trânsito como braço armado das Finanças.

Só o autismo agudo explica que a banca ponha e disponha de tudo e de todos, abusando das pessoas, mas depois, na hora do aperto, seja salva pelos impostos daqueles a quem maltrata.

Os exemplos poderiam suceder-se numa lista infindável de loucuras que teimam em ser dominantes, mesmo perante as evidências de desastre, como o não investimento na produção, a austeridade, a sangria da emigração, a permanência na zona Euro…

Este trágico estado de coisas tem responsáveis! Mas o pior nem é terem-nos trazido até aqui, embora isso já seja de uma gravidade de lesa-Pátria que carece de julgamento e punição. O mais grave é a continuação deste poder absoluto, blindado e em mãos erradas, persistindo-se assim no erro que nos precipita num poço sem fundo.

A impunidade dos responsáveis é de facto preocupante. Mas também o é a cumplicidade daqueles que deixam de agir, de lutar e de votar, bem como dos que teimam em votar sempre nos mesmos.

É inqualificável que se vote no PSD/CDS para destronar o PS, face ao horror do consulado Sócrates, esquecendo-se o outro horror que foi o de Durão Barroso, e que agora se fale em devolver a maioria ao PS para se correr com o horror de Passos Coelho. Mas afinal, grande parte dos portugueses sofre de memória demasiado curta? Ou será mesmo masoquismo?

Provavelmente, sofre de uma limitação que a impede de ver para além destes partidos de governo e dos outros dois comunistas, também eles da esfera do poder e decisão.

Existe a alternativa Nacionalista, cada vez mais urgente e essencial, mas oculta à imensa maioria dos Portugueses.

Com efeito, a culpa da perpetuação no poder da classe política que tão mal nos governa não pode ser imputada apenas às pessoas que têm medo ou preguiça de mudar e arriscar, preferindo esta morte lenta, mas também e sobretudo à comunicação social, que condiciona e manipula a opinião pública, atrofiando-a pela opinião que se publica. Ela omite e ignora quase por completo a existência do PNR e da sua actividade cada vez mais sólida e constante. Não que tema aquilo que hoje representamos, mas sim a força em que rapidamente nos tornaríamos se houvesse mais honestidade e menos hipocrisia no serviço que deveriam prestar. Muita trafulhice seria então descoberta, para pânico de certas forças obscuras ligadas ao Regime que controlam os grandes órgãos de comunicação social.

Assim, neste pântano surreal em que o Regime de Abril mergulhou a nossa Nação, a comunicação social (salvando-se honrosas excepções) não destoa em nada de tudo o resto. Mas, seja com a abertura ética dos média ou com o seu boicote cobarde, a verdade é que somos a alternativa, e iremos continuar a crescer paulatinamente. Isso está à vista e os frutos do nosso esforço são animadores!

José Pinto-Coelho | 16 de Abril de 2013

Sábado, 13 de Abril de 2013

Face ao Projecto Europeu, saiamos do caos iminente!

A Comunidade Europeia do Carvão e do Aço (abreviada pelas iniciais CECA), criada em 1951, foi o primeiro passo concreto com vista a uma união dos países europeus, que mais tarde se tornaria na União Europeia.

Este projecto visava aligeirar as relações comerciais entre os países do chamado Velho Continente, diminuir as clivagens económicas entre eles e colocar a Europa a falar a uma só voz e unida económica e financeiramente contra outros blocos já hegemónicos ou em vias de virem a sê-lo. Infelizmente, o projecto, se não nasceu torto, em torto se transformou, e à medida que o modelo foi evoluindo para um misto de Federalismo e de URSS, todo o embuste que lhe estava subjacente foi aparecendo.

A Europa, no que toca a politica internacional, nunca falou a uma só voz, e o seu alinhamento com as políticas belicistas e terroristas americanas é cada vez mais evidente e nefasto para os seus interesses. Por outro lado, as diferenças económicas e financeiras entre países ricos e pobres acentuam-se cada vez mais, como prova a actual crise onde alguns poucos a sentem passar ao de leve (e, em muitos casos, ainda lucram com ela) e onde os países periféricos estão cada vez mais dependentes, quase à beira de um neo-colonialismo disfarçado de ajuda.

O caso português é paradigmático: o sector primário da nossa economia foi quase arrasado pelas políticas vindas de Bruxelas, a nossa indústria foi sacrificada para países como a França, Inglaterra e Alemanha venderem maquinaria para o mercado chinês, e o nosso sector terciário herdou rapidamente as nefastas influências do capitalismo selvagem da agiotagem e do lucro vampiresco.

Impõe-se assim mudanças drásticas. Não defendemos uma política de orgulhosamente sós, mas também não aceitamos estar vergonhosamente acompanhados. Se a UE não muda, temos que mudar nós. Se o projecto só serve para engordar dois ou três países, então é preciso voltar as costas a este Tratado.

Portugal precisa de medidas proteccionistas para defender a sua produção, e não pode viver ao sabor de uma UE que só protege os mais poderosos. Portugal pode e deve negociar com países fora do espaço europeu e não ser castrado por negociações que só visam trazer benefícios para a minoria do costume em detrimento dos outros. Portugal pode produzir quase tudo o que precisa para comer, e pode fazer renascer muita da nossa indústria desaparecida graças às leis vindas de Bruxelas. Mas, para isso, tem que se libertar das grilhetas impostas por uma (des)União Europeia, espécie de URSS do cifrão que só nos lança cada vez mais no buraco fundo, pelos vistos aberto antecipadamente para nele o colocar e subjugar mais facilmente. Defendemos uma Europa de países e não uma suposta nação chamada Europa.

Para o PNR, impõe-se pois uma negociação da nossa saída do Euro e um investimento na produção nacional, garantindo a nossa soberania para transaccionarmos directamente os nossos produtos com quem quisermos. Rejeitamos a política de terra queimada da esquerda, que quer quedas de governos e instabilidade – o que já está a comprometer a entrega da próxima tranche do empréstimo da Troika, sem a qual Portugal mergulharia imediatamente no caos. E rejeitamos igualmente a política deste Governo, que nos vai obrigar a pagar resgates e juros sem fim à vista. O PNR é pois o único partido a defender uma alternativa equilibrada aos fanatismos da esquerda e do neo-liberalismo. Sendo a única alternativa que não resulta de pensamentos lunáticos, a negociação da saída de Portugal do Euro proposta pelo PNR é também defendida por alguns economistas dissidentes mas próximos de partidos do sistema e por um prémio Nobel da Economia.(PNR)

Quinta-feira, 11 de Abril de 2013

Luta contra a discriminação ou branqueamento dos malefícios do multiculturalismo?

Numa proposta de alteração da Lei contra a Discriminação Racial, o Governo pretende agravar fortemente as multas por discriminação. Esta medida, embora travestida de nobres intenções e enfáticas linguagens, mostra claramente quão maquiavélicos são os desejos da esmagadora maioria dos políticos. O apertar da malha no combate ao “racismo” esconde sinistros motivos para encher os cofres do estado, sinistros motivos para ocultar a origem da criminalidade e sinistros motivos para obrigar-nos a aceitar na secretaria aquilo que a prática quotidiana nos recomenda a recusar.

O povo português, que tem demonstrado ser tolerante para com outras raças e etnias, é assim visto como um povo racista. Se não existem queixas sobre discriminação, é porque ela não existe ou é residual. Podem os portugueses ter uma imagem critica da imigração descontrolada (sobretudo aqueles que, nas grandes cidades, sofrem dos pseudo-benefícios dessa imigração, sobretudo no que toca à criminalidade), mas só discrimina de facto quem o rouba, quem o assalta, quem o persegue nos transportes públicos e quem transforma o seu bairro em favelas onde a policia só pode entrar fortemente armada.

À luz desta medida, a simples recusa de um emprego ou do aluguer de uma casa (muitas vezes, por motivos mais que óbvios e que nada terão a ver com discriminação) poderão facilmente cair nas malhas desta Lei, criando de facto uma verdadeira discriminação.

Com esta alteração à Lei, pretendem também impedir-nos chamarmos os bois pelos nomes e obrigar-nos a ocultar a raça e a etnia dos criminosos. A isto chama-se uma tentativa, da parte do Governo e demais partidos com assento parlamentar, de branquear a criminalidade e a impunidade de que gozam certas raças e etnias.

O povo português, normalmente tolerante com outras raças e etnias, face a impunidade de que gozam muitas delas e a estas leis discriminatórias, vai a pouco e pouco criando defesas, que a breve trecho se transformarão no que estas medidas visam, teoricamente, combater.

Resta ainda saber se, quando chegar a hora da aplicação prática das medidas punitivas agora agravadas na referida Lei, essa aplicação será feita a elementos de todas as raças e etnias ou se iremos assistir à culpabilização permanente de uns e à desculpabilização constante de todos os outros, como é costume por essa Europa fora. (PNR)

Quarta-feira, 10 de Abril de 2013

PNR - 1ª de Maio de 2013


Segunda-feira, 8 de Abril de 2013

Marcas Nacionais - CicloValdemiro


Valdemiro Cardoso, nasceu em 13 de Setembro de 1946, natural de Arada-Ovar. Inscreveu-se
na Federação Portuguesa de Ciclismo em 6 de Março de 1965, representando o Ovarense, Benfica e outros clubes nacionais.

Foi o fundador da marca "Ciclovaldemiro", empresa 100% nacional que se dedica à construção de bicicletas e de quadros de carbono.

                                                                     Compre nacional e ajude Portugal!

Chumbo “Constitucional” | O feitiço, vira-se contra o feiticeiro

O Orçamento de Estado para este ano acaba de ver chumbados quatro dos seus itens pelo Tribunal Constitucional.

A notícia é relevante, mas não nos deve pacificar: o Governo vai encontrar certamente outras formas de nos mexer nos bolsos, e quem sabe talvez ainda mais penalizadoras. Por outro lado, este chumbo servirá um dia para o governo PSD/CDS se desculpar, para tirar a água do capote, como é apanágio de partidos que prometem muito no período eleitoral e depois fazem tábua rasa das promessas e fazem precisamente o contrário do que prometeram.

Mas este chumbo e estes poderes do Tribunal Constitucional não deixam de nos fazer pensar sobre esta espécie de democracia partidocrática, onde o decidido por um governo sustentado por uma maioria sufragada pelo voto pode ser posto em causa por uma dúzia de juízes não eleitos. Eles que tanto apregoam a sua democracia afinal não acreditam nela e tiveram que criar uma órgão para a controlar, não vá o povo perder a cabeça e votar onde eles não querem. Mas, desta vez, o feitiço voltou-se contra o feiticeiro: afinal, o órgão que os deveria defender, pode a todo o momento tornar-se um empecilho na sua cavalgada para o descalabro financeiro, económico e social a que nos querem levar.

A breve trecho acreditamos que o estatuto deste Tribunal será revisto, com vista a torná-lo mais brando para com a Nova Ordem Mundial e capaz de colocar mais rapidamente na fogueira dos hereges quem a ouse desafiar. Afinal, os partidocratas são como são e gostam da “democracia” sim, mas só para alguns e devidamente controlada.(PNR)